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Auditor do Aeroporto de Fortaleza é preso suspeito de comandar esquema de fraudes em importações
25/08/2026 09:43
Por Redação AM Comunicação
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Um auditor-fiscal da Receita Federal foi preso nesta terça-feira (25) suspeito de envolvimento em um esquema de recebimento de propina para fraudar exportações no Aeroporto de Fortaleza. As investigações apontam que o servidor público seria o chefe de uma organização criminosa responsável por fraudes em operações de importação no Ceará. A ação aconteceu durante a Operação Snooker 2, que cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão nas cidades de Fortaleza, Caucaia e Eusébio, no Ceará, e em Salvador, na Bahia.
De acordo com informações da Polícia Federal, o auditor-fiscal teria fornecido informações privilegiadas sobre operações de comércio exterior a empresas importadoras e despachantes aduaneiros em troca de vantagens indevidas. O esquema contava com a participação de empresários e pessoas encarregadas de movimentar e ocultar os recursos ilícitos, configurando uma organização criminosa hierarquizada em quatro núcleos: público, empresarial, financeiro e auxiliar. A propina recebida pelo auditor é estimada em cerca de R$ 6,8 milhões.
A atuação ilegal do grupo criminoso envolvia a importação de produtos como joias de prata, declaradas como bijuterias de valor inferior, e a subdeclaração de valores em mercadorias importadas para reduzir o pagamento de tributos. Em um dos esquemas fraudulentos, um casal de empresários de nacionalidade chinesa estava à frente de uma importadora que contava com a atuação direta do auditor-fiscal para burlar a fiscalização aduaneira, resultando em uma propina de pelo menos R$ 2,5 milhões.
A Operação Snooker 2 foi deflagrada com o objetivo de interromper a continuidade dos crimes e aprofundar a investigação sobre outros envolvidos no esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no Aeroporto de Fortaleza. Além do auditor-fiscal preso, outros mandados de prisão foram executados e bens como artigos de luxo e veículos foram apreendidos nas cidades envolvidas na ação policial. Os suspeitos poderão responder por crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em importações, em uma operação que evidencia a importância de fiscalização rigorosa na aduana do Ceará e no Nordeste brasileiro.
De acordo com informações da Polícia Federal, o auditor-fiscal teria fornecido informações privilegiadas sobre operações de comércio exterior a empresas importadoras e despachantes aduaneiros em troca de vantagens indevidas. O esquema contava com a participação de empresários e pessoas encarregadas de movimentar e ocultar os recursos ilícitos, configurando uma organização criminosa hierarquizada em quatro núcleos: público, empresarial, financeiro e auxiliar. A propina recebida pelo auditor é estimada em cerca de R$ 6,8 milhões.
A atuação ilegal do grupo criminoso envolvia a importação de produtos como joias de prata, declaradas como bijuterias de valor inferior, e a subdeclaração de valores em mercadorias importadas para reduzir o pagamento de tributos. Em um dos esquemas fraudulentos, um casal de empresários de nacionalidade chinesa estava à frente de uma importadora que contava com a atuação direta do auditor-fiscal para burlar a fiscalização aduaneira, resultando em uma propina de pelo menos R$ 2,5 milhões.
A Operação Snooker 2 foi deflagrada com o objetivo de interromper a continuidade dos crimes e aprofundar a investigação sobre outros envolvidos no esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no Aeroporto de Fortaleza. Além do auditor-fiscal preso, outros mandados de prisão foram executados e bens como artigos de luxo e veículos foram apreendidos nas cidades envolvidas na ação policial. Os suspeitos poderão responder por crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em importações, em uma operação que evidencia a importância de fiscalização rigorosa na aduana do Ceará e no Nordeste brasileiro.
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