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Policial e marido viram réus pelo assassinato de soldado carbonizado no Ceará
02/09/2026 15:06
Por Redação AM Comunicação
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Na madrugada do crime, vídeos mostram movimentações dos carros de soldado morto e suspeito. A Justiça do Ceará aceitou, nesta terça-feira (1º), a denúncia contra a policial militar Júlia Natália Girão e o marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, pelo assassinato do soldado Raphael Sampaio de Silva, encontrado baleado e carbonizado em um carro em Itaitinga, na Grande Fortaleza.
Com isso, a policial e o marido se tornam réus pelo assassinato. A denúncia contra eles havia sido feita pelo Ministério Público do Ceará em 28 de agosto. "As investigações apontam ainda que os acusados teriam simulado o sequestro da policial militar para criar uma versão falsa dos fatos e afastar suspeitas", afirmou o Ministério Público.
O g1 apurou que o casal foi acusado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), destruição de cadáver e fraude processual. Júlia e Antoneudo seguem presos. O Tribunal de Justiça do Ceará informou que o caso ocorre em segredo de Justiça e por isso não pode divulgar detalhes.
Revelando um cenário de traição e crime passional, o assassinato de Raphael Sampaio chocou a população cearense e trouxe à tona uma teia de mentiras e manipulações que culminaram na prisão da policial militar Júlia Natália Girão e seu marido Antoneudo Ribeiro Lima Júnior. O relacionamento extraconjugal entre a soldado e a vítima foi o estopim para o crime brutal, conforme apontam as investigações da Polícia Civil. A sequência de eventos registrada por câmeras de segurança e testemunhas revela a participação ativa de Júlia e Antoneudo na execução do soldado e na subsequente tentativa de ocultar o crime.
Desde o início das investigações, a policial militar foi apontada como peça fundamental no assassinato de Raphael, tendo atuado diretamente nos momentos que precederam e sucederam o crime. A manipulação de informações, a simulação de sequestro e a tentativa de apresentar uma versão falsa dos fatos evidenciam a participação ativa de Júlia no homicídio do colega de farda. Agora, com a aceitação da denúncia pela Justiça, o casal enfrentará o peso da lei e responderá pelos graves crimes cometidos. O desdobramento desse caso trágico continua a surpreender e causar consternação na região do Ceará e em todo o Nordeste, demonstrando a necessidade de um julgamento justo e rigoroso para os acusados.
Com isso, a policial e o marido se tornam réus pelo assassinato. A denúncia contra eles havia sido feita pelo Ministério Público do Ceará em 28 de agosto. "As investigações apontam ainda que os acusados teriam simulado o sequestro da policial militar para criar uma versão falsa dos fatos e afastar suspeitas", afirmou o Ministério Público.
O g1 apurou que o casal foi acusado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), destruição de cadáver e fraude processual. Júlia e Antoneudo seguem presos. O Tribunal de Justiça do Ceará informou que o caso ocorre em segredo de Justiça e por isso não pode divulgar detalhes.
Revelando um cenário de traição e crime passional, o assassinato de Raphael Sampaio chocou a população cearense e trouxe à tona uma teia de mentiras e manipulações que culminaram na prisão da policial militar Júlia Natália Girão e seu marido Antoneudo Ribeiro Lima Júnior. O relacionamento extraconjugal entre a soldado e a vítima foi o estopim para o crime brutal, conforme apontam as investigações da Polícia Civil. A sequência de eventos registrada por câmeras de segurança e testemunhas revela a participação ativa de Júlia e Antoneudo na execução do soldado e na subsequente tentativa de ocultar o crime.
Desde o início das investigações, a policial militar foi apontada como peça fundamental no assassinato de Raphael, tendo atuado diretamente nos momentos que precederam e sucederam o crime. A manipulação de informações, a simulação de sequestro e a tentativa de apresentar uma versão falsa dos fatos evidenciam a participação ativa de Júlia no homicídio do colega de farda. Agora, com a aceitação da denúncia pela Justiça, o casal enfrentará o peso da lei e responderá pelos graves crimes cometidos. O desdobramento desse caso trágico continua a surpreender e causar consternação na região do Ceará e em todo o Nordeste, demonstrando a necessidade de um julgamento justo e rigoroso para os acusados.
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