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Erika Hilton acusa PSOL de descumprir acordo e privilegiar candidaturas brancas com dinheiro
23/06/2026 19:11
Por Redação AM Comunicação
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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disparou críticas contra a direção nacional do PSOL, acusando o partido de priorizar candidaturas de pessoas brancas e cisgênero na distribuição de recursos eleitorais para as próximas eleições. A denúncia veio à tona em uma publicação nas redes sociais, em que Hilton questionou as previsões de repasse de verbas para outras pré-candidaturas, destacando o caso da pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Manuela D'Ávila, e do presidente da Federação PSOL-Rede, Juliano Medeiros.
A parlamentar argumentou que, por ser uma deputada negra e travesti, necessita de uma estrutura mais robusta para percorrer São Paulo durante a campanha eleitoral, incluindo gastos com logística e segurança, e que a direção partidária estaria ignorando essas especificidades. Erika Hilton afirmou que o PSOL estaria descumprindo acordos feitos com sua corrente política, o que estaria inviabilizando a participação dela e de outras lideranças no pleito eleitoral.
Em resposta, o PSOL divulgou uma nota afirmando que a distribuição de recursos eleitorais segue os objetivos de ampliar a bancada de deputados federais e estaduais, bem como conquistar cadeiras no Senado, e reforçou o compromisso com a política de incentivo a candidaturas de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTs e PCDs. A direção nacional do partido também assegurou que a campanha de Erika Hilton terá o maior investimento entre todas as candidaturas proporcionais, dentro das limitações de recursos disponíveis.
Diversos outros membros do PSOL criticaram a decisão da legenda, defendendo uma distribuição mais equitativa de recursos que amplie a representatividade de negros e mulheres nos espaços de poder. A polêmica expõe as fraturas internas do partido e levanta questionamentos sobre a verdadeira prática de uma política de inclusão e diversidade, temas fundamentais na conjuntura atual do cenário político nacional.
A parlamentar argumentou que, por ser uma deputada negra e travesti, necessita de uma estrutura mais robusta para percorrer São Paulo durante a campanha eleitoral, incluindo gastos com logística e segurança, e que a direção partidária estaria ignorando essas especificidades. Erika Hilton afirmou que o PSOL estaria descumprindo acordos feitos com sua corrente política, o que estaria inviabilizando a participação dela e de outras lideranças no pleito eleitoral.
Em resposta, o PSOL divulgou uma nota afirmando que a distribuição de recursos eleitorais segue os objetivos de ampliar a bancada de deputados federais e estaduais, bem como conquistar cadeiras no Senado, e reforçou o compromisso com a política de incentivo a candidaturas de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTs e PCDs. A direção nacional do partido também assegurou que a campanha de Erika Hilton terá o maior investimento entre todas as candidaturas proporcionais, dentro das limitações de recursos disponíveis.
Diversos outros membros do PSOL criticaram a decisão da legenda, defendendo uma distribuição mais equitativa de recursos que amplie a representatividade de negros e mulheres nos espaços de poder. A polêmica expõe as fraturas internas do partido e levanta questionamentos sobre a verdadeira prática de uma política de inclusão e diversidade, temas fundamentais na conjuntura atual do cenário político nacional.
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