Política
Assessoria informal, grupo de mensagens, cobrança de pagamento: PF detalha relação de Vorcaro com servidores do BC
11/09/2026 07:09
Por Redação AM Comunicação
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A Polícia Federal (PF) divulgou nesta sexta-feira (11) relatórios que revelam a atuação reiterada de Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana, servidores afastados do Banco Central (BC), como consultores informais de Daniel Vorcaro. Segundo a PF, os servidores ofereceram orientações detalhadas, revisaram documentos sensíveis e intervieram em temas de supervisão bancária em favor do Banco Master, cobrando por tais serviços. Um dos destaques do relatório da PF é a criação de um grupo de mensagens entre Belline, Vorcaro e Paulo Sérgio, onde a prestação dessa consultoria paralela era discutida.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça levantou o sigilo das principais investigações relacionadas ao Banco Master que tramitam na Corte, atendendo a uma solicitação feita pelo presidente do Supremo, Edson Fachin. A PF aponta que a atuação de Paulo Sérgio assumiu contornos de verdadeira assessoria paralela, envolvendo desde sugestões para reuniões com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, até tentativas de alterar normas relacionadas à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Além disso, foram encontradas mensagens que indicam pagamentos a Belline relacionados a serviços prestados.
Os diálogos revelam uma proximidade entre Vorcaro, Paulo Sérgio e Belline, com orientações específicas sendo dadas para a abordagem de temas estratégicos e a revisão de documentos importantes. Há menções a alterações em documentos oficiais do BC, buscando adequá-los aos interesses de Vorcaro e do Banco Master, como a aquisição do Banco WILL. A PF destaca que a relação entre os servidores e o ex-banqueiro ultrapassava os limites institucionais, configurando uma assessoria paralela que beneficiava os negócios de Vorcaro em detrimento dos interesses públicos e regulatórios do BC. Essas revelações lançam luz sobre as práticas obscuras que permearam a relação entre setores do governo e a iniciativa privada, com possíveis desdobramentos legais e éticos a serem investigados e esclarecidos.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça levantou o sigilo das principais investigações relacionadas ao Banco Master que tramitam na Corte, atendendo a uma solicitação feita pelo presidente do Supremo, Edson Fachin. A PF aponta que a atuação de Paulo Sérgio assumiu contornos de verdadeira assessoria paralela, envolvendo desde sugestões para reuniões com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, até tentativas de alterar normas relacionadas à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Além disso, foram encontradas mensagens que indicam pagamentos a Belline relacionados a serviços prestados.
Os diálogos revelam uma proximidade entre Vorcaro, Paulo Sérgio e Belline, com orientações específicas sendo dadas para a abordagem de temas estratégicos e a revisão de documentos importantes. Há menções a alterações em documentos oficiais do BC, buscando adequá-los aos interesses de Vorcaro e do Banco Master, como a aquisição do Banco WILL. A PF destaca que a relação entre os servidores e o ex-banqueiro ultrapassava os limites institucionais, configurando uma assessoria paralela que beneficiava os negócios de Vorcaro em detrimento dos interesses públicos e regulatórios do BC. Essas revelações lançam luz sobre as práticas obscuras que permearam a relação entre setores do governo e a iniciativa privada, com possíveis desdobramentos legais e éticos a serem investigados e esclarecidos.
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