Política
Impasse em sessão do STF sobre Moraes pode adiar análise sobre a condução de Mendonça do caso Master
16/09/2026 06:45
Por Redação AM Comunicação
2 visualizações
Ministros alinhados a André Mendonça defendem que seja adiada a discussão pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possível abertura de uma investigação para apurar a condução dos inquéritos do Master e INSS pelo relator. O presidente do STF, Edson Fachin, havia determinado que o caso fosse incluído na sessão do dia 23 de setembro. A decisão foi uma resposta à pressão do grupo de Alexandre de Moraes, depois que foi marcada para esta terça-feira (15) a análise do relatório da Polícia Federal (PF) que apontou uma suposta relação entre ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Durante a sessão, os ministros próximos a Moraes passaram a defender que os dois casos fossem julgados em conjunto, o que foi rejeitado por Fachin, levando a um bate-boca entre os ministros e um pedido de vista de Flavio Dino, interrompendo a discussão. Com Dino tendo até 90 dias para devolver o caso a julgamento, aliados de Mendonça entendem que a análise sobre a conduta do relator dos inquéritos deve ser adiada. A situação pede uma definição do presidente da Corte, Edson Fachin, sobre como serão analisados os casos, o que poderia agravar o clima de tensão no STF.
As implicações contra Mendonça surgiram após Moraes enviar à Presidência um relatório de inteligência da PF que apontava irregularidades na relatoria dos casos, alegando abuso de autoridade. Em contrapartida, um relatório da PF produzido a pedido de Mendonça identificou 52 mensagens de Vorcaro, o que gerou ainda mais polêmica. O embate no julgamento sobre a possibilidade de investigar Moraes e Mendonça se tornou um ponto de tensão no STF, levando a um adiamento na decisão e o comprometimento do julgamento marcado para o dia 23 de setembro. A situação envolvendo os ministros ganha contornos que ultrapassam os muros da corte e têm impacto não apenas na esfera judicial, mas também na política nacional.
Durante a sessão, os ministros próximos a Moraes passaram a defender que os dois casos fossem julgados em conjunto, o que foi rejeitado por Fachin, levando a um bate-boca entre os ministros e um pedido de vista de Flavio Dino, interrompendo a discussão. Com Dino tendo até 90 dias para devolver o caso a julgamento, aliados de Mendonça entendem que a análise sobre a conduta do relator dos inquéritos deve ser adiada. A situação pede uma definição do presidente da Corte, Edson Fachin, sobre como serão analisados os casos, o que poderia agravar o clima de tensão no STF.
As implicações contra Mendonça surgiram após Moraes enviar à Presidência um relatório de inteligência da PF que apontava irregularidades na relatoria dos casos, alegando abuso de autoridade. Em contrapartida, um relatório da PF produzido a pedido de Mendonça identificou 52 mensagens de Vorcaro, o que gerou ainda mais polêmica. O embate no julgamento sobre a possibilidade de investigar Moraes e Mendonça se tornou um ponto de tensão no STF, levando a um adiamento na decisão e o comprometimento do julgamento marcado para o dia 23 de setembro. A situação envolvendo os ministros ganha contornos que ultrapassam os muros da corte e têm impacto não apenas na esfera judicial, mas também na política nacional.
Leia Também
Política
Política
Esporte