Esporte
Política
Pressão de Trump sobre Brasil é parte de plano para interferir em eleições da América Latina, diz professor
19/09/2026 05:12
Por Redação AM Comunicação
3 visualizações
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem ampliado a pressão sobre processos políticos e eleitorais de outros países e, de acordo com o professor de Relações Internacionais da FGV Oliver Stuenkel, o Brasil não está imune a essa estratégia. Em entrevista ao podcast "O Assunto", Stuenkel destacou que a lista de 52 exigências enviada pelos EUA ao Brasil durante as negociações para reverter o tarifaço evidencia o interesse em interferir em assuntos internos dos países latino-americanos, indo além de questões comerciais.
Segundo o professor, a pressão americana observada no caso brasileiro faz parte de um projeto mais amplo que se estende por toda a América Latina. Ele aponta outros casos de ingerência política nas eleições de países da região, como a Argentina e Honduras, onde Trump se manifestou publicamente a favor de determinados candidatos, podendo ter influenciado os resultados eleitorais. Além disso, Stuenkel cita pressões sobre o Peru e o Panamá para tomarem medidas que vão ao encontro dos interesses americanos.
Stuenkel ressalta que esse tipo de ação não se limita apenas a períodos eleitorais, mas também se estende a decisões internas de outros países, como foi o caso do Brasil, que recebeu exigências para garantir a participação de "dissidentes políticos" nas eleições de 2026. O professor destaca que, apesar das ameaças, países maiores como o Brasil tendem a resistir mais às pressões externas. No entanto, ele alerta para a estratégia adotada pelo governo Trump, que visa testar diferentes abordagens e analisar suas eficácias.
Diante desse contexto, Stuenkel menciona a importância de os países da América Latina estarem atentos e fortalecerem suas posições diante das investidas externas. O professor ressalta que a interferência estrangeira nas eleições pode minar a soberania nacional e prejudicar a integridade dos processos democráticos, como foi observado em países como Alemanha, Austrália e Canadá. Ele destaca que, embora a estratégia dominante do governo Trump seja essa atualmente, nada impede que novas abordagens sejam adotadas no futuro.
Segundo o professor, a pressão americana observada no caso brasileiro faz parte de um projeto mais amplo que se estende por toda a América Latina. Ele aponta outros casos de ingerência política nas eleições de países da região, como a Argentina e Honduras, onde Trump se manifestou publicamente a favor de determinados candidatos, podendo ter influenciado os resultados eleitorais. Além disso, Stuenkel cita pressões sobre o Peru e o Panamá para tomarem medidas que vão ao encontro dos interesses americanos.
Stuenkel ressalta que esse tipo de ação não se limita apenas a períodos eleitorais, mas também se estende a decisões internas de outros países, como foi o caso do Brasil, que recebeu exigências para garantir a participação de "dissidentes políticos" nas eleições de 2026. O professor destaca que, apesar das ameaças, países maiores como o Brasil tendem a resistir mais às pressões externas. No entanto, ele alerta para a estratégia adotada pelo governo Trump, que visa testar diferentes abordagens e analisar suas eficácias.
Diante desse contexto, Stuenkel menciona a importância de os países da América Latina estarem atentos e fortalecerem suas posições diante das investidas externas. O professor ressalta que a interferência estrangeira nas eleições pode minar a soberania nacional e prejudicar a integridade dos processos democráticos, como foi observado em países como Alemanha, Austrália e Canadá. Ele destaca que, embora a estratégia dominante do governo Trump seja essa atualmente, nada impede que novas abordagens sejam adotadas no futuro.
Leia Também
Esporte
Política
Política
Esporte