Política
TSE aceita ação do PT que pede investigação de suposta rede de collabs para promover Flávio Bolsonaro no Instagram
22/09/2026 15:46
Por Redação AM Comunicação
1 visualizações
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou uma ação de investigação judicial eleitoral protocolada pela campanha de Lula (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL), seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) por suposto abuso de poder econômico e político e uso indevido de redes sociais. A ação pede a investigação de uma suposta rede de perfis no Instagram que, segundo os autores, funciona como um impulsionamento irregular dos conteúdos de Flávio Bolsonaro por meio de collabs, ou compartilhamento de posts.
De acordo com o documento apresentado, a coligação formada por PT, PSB e partidos aliados argumenta que as collabs estariam sendo utilizadas de forma ilegal para promover Flávio Bolsonaro, simulando um impulsionamento pago e multiplicando o alcance dos seus conteúdos sem a contratação exigida, identificação de responsável ou fiscalização. A ação se baseia em um relatório que cita 1.826 publicações em collab com 492 perfis participantes de uma rede pró-Flávio, incluindo 74 perfis de contas oficiais de candidaturas. O argumento é que essa estrutura foi montada para aumentar a exposição de posts sobre Flávio, em vez de buscar um crescimento orgânico com a participação espontânea de apoiadores.
Além disso, a campanha de Lula também levanta suspeitas sobre a venda de produtos de campanha via Shopee sem a comunicação prévia exigida por lei. Doze perfis ligados à rede de collabs teriam divulgado links de venda no site da Shopee com produtos de campanha, sem a devida prestação de contas à Justiça Eleitoral. O corregedor-eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Shopee informe os dados da loja citada em 48 horas e que Flávio, Alfredo Gaspar e Mario Frias apresentem sua manifestação de defesa em 5 dias. Vale ressaltar que a aceitação dessas ações não implica em punição imediata, mas indica que os fatos apresentados se enquadram nos requisitos de admissibilidade, podendo resultar em cassação da candidatura ou inelegibilidade por oito anos.
Esse tipo de processo não é inédito no cenário eleitoral deste ano, com outros 9 casos semelhantes já registrados no TSE. A ação mais recente aceita pelo Tribunal é também uma resposta a uma iniciativa de Flávio Bolsonaro, que acusou Lula e seu vice de abuso de poder político e econômico durante o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói. Esse embate judicial reflete a intensidade da corrida eleitoral e a importância da fiscalização e transparência no uso de ferramentas como as redes sociais e a venda de produtos de campanha. O desenrolar desses processos pode impactar diretamente no futuro político dos envolvidos, evidenciando a seriedade das acusações e a necessidade de investigação precisa para assegurar a legitimidade do pleito.
De acordo com o documento apresentado, a coligação formada por PT, PSB e partidos aliados argumenta que as collabs estariam sendo utilizadas de forma ilegal para promover Flávio Bolsonaro, simulando um impulsionamento pago e multiplicando o alcance dos seus conteúdos sem a contratação exigida, identificação de responsável ou fiscalização. A ação se baseia em um relatório que cita 1.826 publicações em collab com 492 perfis participantes de uma rede pró-Flávio, incluindo 74 perfis de contas oficiais de candidaturas. O argumento é que essa estrutura foi montada para aumentar a exposição de posts sobre Flávio, em vez de buscar um crescimento orgânico com a participação espontânea de apoiadores.
Além disso, a campanha de Lula também levanta suspeitas sobre a venda de produtos de campanha via Shopee sem a comunicação prévia exigida por lei. Doze perfis ligados à rede de collabs teriam divulgado links de venda no site da Shopee com produtos de campanha, sem a devida prestação de contas à Justiça Eleitoral. O corregedor-eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Shopee informe os dados da loja citada em 48 horas e que Flávio, Alfredo Gaspar e Mario Frias apresentem sua manifestação de defesa em 5 dias. Vale ressaltar que a aceitação dessas ações não implica em punição imediata, mas indica que os fatos apresentados se enquadram nos requisitos de admissibilidade, podendo resultar em cassação da candidatura ou inelegibilidade por oito anos.
Esse tipo de processo não é inédito no cenário eleitoral deste ano, com outros 9 casos semelhantes já registrados no TSE. A ação mais recente aceita pelo Tribunal é também uma resposta a uma iniciativa de Flávio Bolsonaro, que acusou Lula e seu vice de abuso de poder político e econômico durante o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói. Esse embate judicial reflete a intensidade da corrida eleitoral e a importância da fiscalização e transparência no uso de ferramentas como as redes sociais e a venda de produtos de campanha. O desenrolar desses processos pode impactar diretamente no futuro político dos envolvidos, evidenciando a seriedade das acusações e a necessidade de investigação precisa para assegurar a legitimidade do pleito.
Leia Também
Ceará
Ceará
Política