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Caso Isabelle: depoimentos apontam que namorado tinha comportamento controlador e tentava deixá-la isolada, diz delegado
23/09/2026 17:38
Por Redação AM Comunicação
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A investigação sobre a morte da estudante Isabelle Caracristi, ocorrida no dia 13 de setembro em Fortaleza, tem trazido à tona detalhes intrigantes sobre o relacionamento da jovem com o bacharel em Direito João Munhoz Neto, seu namorado. Segundo depoimentos ouvidos pela Polícia Civil até o momento, João apresentava um perfil controlador, buscando restringir as ações e a liberdade de Isabelle. A Polícia aponta que esse comportamento pode caracterizar violência psicológica dentro do relacionamento, o que foi um dos fatores determinantes para a prisão preventiva do suspeito.
De acordo com o delegado-geral Márcio Gutierrez, João Munhoz Neto tentava limitar a voluntariedade de Isabelle, isolando-a e controlando seus comportamentos, o que é característico de relacionamentos abusivos. Além disso, depoimentos relatam que a jovem não podia sequer ir sozinha à farmácia ou se deslocar pelo escritório sem a presença do namorado. O controle excessivo sobre as atividades de Isabelle levantou suspeitas sobre o comportamento de João e contribuiu para o pedido de prisão preventiva.
A prisão de João Munhoz Neto foi mantida pela Justiça Estadual em audiência de custódia, após a Polícia Civil identificar condutas suspeitas do suspeito após a morte de Isabelle. No dia seguinte ao ocorrido, João foi até o condomínio onde vivia com a universitária em busca de seu celular. Testemunhas relataram que o apartamento foi limpo e colocado à venda, além de terem sido proibidos de entrar no imóvel. Com mais de 700 vídeos em análise, a polícia ressalta que o caso segue em investigação, com possibilidades ainda em aberto.
A advogada de João Munhoz Neto, Lígia Peixe, comentou sobre a surpresa da prisão preventiva e destacou que o cliente estava fragilizado e sob efeito de medicamentos desde a morte de Isabelle. Segundo a defesa, o bacharel em Direito se apresentou voluntariamente à polícia e se mostrou disposto a colaborar. O caso permanece sob sigilo de Justiça, mas as revelações dos depoimentos e evidências coletadas continuam a intrigar e instigar novos desdobramentos na investigação do Caso Isabelle.
De acordo com o delegado-geral Márcio Gutierrez, João Munhoz Neto tentava limitar a voluntariedade de Isabelle, isolando-a e controlando seus comportamentos, o que é característico de relacionamentos abusivos. Além disso, depoimentos relatam que a jovem não podia sequer ir sozinha à farmácia ou se deslocar pelo escritório sem a presença do namorado. O controle excessivo sobre as atividades de Isabelle levantou suspeitas sobre o comportamento de João e contribuiu para o pedido de prisão preventiva.
A prisão de João Munhoz Neto foi mantida pela Justiça Estadual em audiência de custódia, após a Polícia Civil identificar condutas suspeitas do suspeito após a morte de Isabelle. No dia seguinte ao ocorrido, João foi até o condomínio onde vivia com a universitária em busca de seu celular. Testemunhas relataram que o apartamento foi limpo e colocado à venda, além de terem sido proibidos de entrar no imóvel. Com mais de 700 vídeos em análise, a polícia ressalta que o caso segue em investigação, com possibilidades ainda em aberto.
A advogada de João Munhoz Neto, Lígia Peixe, comentou sobre a surpresa da prisão preventiva e destacou que o cliente estava fragilizado e sob efeito de medicamentos desde a morte de Isabelle. Segundo a defesa, o bacharel em Direito se apresentou voluntariamente à polícia e se mostrou disposto a colaborar. O caso permanece sob sigilo de Justiça, mas as revelações dos depoimentos e evidências coletadas continuam a intrigar e instigar novos desdobramentos na investigação do Caso Isabelle.
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