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Ricardo Salles desiste da disputa pelo Senado a 6 dias da votação; entenda o que acontece com os votos
28/09/2026 18:29
Por Redação AM Comunicação
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O cenário político brasileiro foi surpreendido com a repentina desistência do deputado federal Ricardo Salles (Novo) da corrida pelo Senado por São Paulo, a apenas seis dias do primeiro turno das eleições. O anúncio, feito nesta segunda-feira (28), veio acompanhado do apoio às candidaturas de Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), que também buscam as duas vagas de senador pelo estado. No entanto, a retirada de Salles da disputa não implica na sua exclusão da urna eletrônica, conforme informou o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).
Segundo o TRE-SP, o sistema utilizado para preparar as urnas foi fechado no dia 22 de setembro, às 12h57, o que impossibilita a alteração dos dados dos candidatos. Até o momento, a Justiça Eleitoral não recebeu o pedido formal de renúncia de Salles. Para que a desistência seja oficializada, é necessário que o candidato apresente um documento de renúncia de acordo com as exigências da legislação, o qual será encaminhado ao juízo eleitoral responsável pelo registro da candidatura para homologação.
Diferentemente do caso da policial Edjane Lima, que teve a chapa indeferida pelo TRE-SP após a renúncia de sua vice, o prazo de substituição para Ricardo Salles já expirou. A Legislação Eleitoral determina que a substituição de candidatos pode ser realizada até 20 dias antes da eleição, data que já passou para as eleições de 2022. Sendo assim, mesmo com a desistência anunciada, o nome de Salles permanecerá na urna eletrônica e, caso receba votos, estes serão considerados nulos pela Justiça Eleitoral. Este episódio evidencia a complexidade do processo eleitoral, especialmente quando ocorrem mudanças fora do prazo estabelecido pela legislação vigente.
Segundo o TRE-SP, o sistema utilizado para preparar as urnas foi fechado no dia 22 de setembro, às 12h57, o que impossibilita a alteração dos dados dos candidatos. Até o momento, a Justiça Eleitoral não recebeu o pedido formal de renúncia de Salles. Para que a desistência seja oficializada, é necessário que o candidato apresente um documento de renúncia de acordo com as exigências da legislação, o qual será encaminhado ao juízo eleitoral responsável pelo registro da candidatura para homologação.
Diferentemente do caso da policial Edjane Lima, que teve a chapa indeferida pelo TRE-SP após a renúncia de sua vice, o prazo de substituição para Ricardo Salles já expirou. A Legislação Eleitoral determina que a substituição de candidatos pode ser realizada até 20 dias antes da eleição, data que já passou para as eleições de 2022. Sendo assim, mesmo com a desistência anunciada, o nome de Salles permanecerá na urna eletrônica e, caso receba votos, estes serão considerados nulos pela Justiça Eleitoral. Este episódio evidencia a complexidade do processo eleitoral, especialmente quando ocorrem mudanças fora do prazo estabelecido pela legislação vigente.
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