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Augusto Cury diz que Flávio Bolsonaro 'não é tanto de direita' e o situa 'até para a esquerda'
30/09/2026 17:37
Por Redação AM Comunicação
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Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, causou um rebuliço nas redes sociais e na política nacional após suas declarações polêmicas durante uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda. Entre os diversos temas abordados, Cury fez questão de comentar sobre Flávio Bolsonaro, colocando o filho do presidente Jair Bolsonaro em uma posição politicamente ambígua.
Segundo Cury, Flávio Bolsonaro "não é tanto de direita", surpreendendo muitos de seus apoiadores e críticos. O candidato à presidência situou politicamente o senador entre o centro e a esquerda, o que gerou diversas discussões e análises entre especialistas e políticos de todo o país. Além disso, Cury criticou a postura de Flávio Bolsonaro em relação ao contraditório e defendeu uma gestão com empreendedorismo, liberdade de negócios e Estado enxuto.
Durante a entrevista, Augusto Cury também mencionou a possibilidade de convidar Leandro Daiello, ex-diretor-geral da Polícia Federal, para comandar a corporação ou o Ministério da Segurança em um eventual governo seu. Além disso, o candidato defendeu a construção de mais presídios federais e uma força-tarefa que reúna diferentes forças de segurança para lidar com a criminalidade no país.
Outro ponto de destaque na entrevista foi a crítica de Cury ao ex-presidente Lula e ao programa Bolsa Família, chamando o reajuste de "maldade" e acusando o petista de usar a população mais vulnerável para obter votos. Além disso, o candidato prometeu buscar uma conversa com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, para tratar da crise na Corte e apresentar a proposta de mandato de 8 anos para ministros do Supremo caso seja eleito. Tais declarações geraram intensos debates sobre os rumos da política nacional e a postura dos candidatos à presidência em relação a temas cruciais para o país.
Segundo Cury, Flávio Bolsonaro "não é tanto de direita", surpreendendo muitos de seus apoiadores e críticos. O candidato à presidência situou politicamente o senador entre o centro e a esquerda, o que gerou diversas discussões e análises entre especialistas e políticos de todo o país. Além disso, Cury criticou a postura de Flávio Bolsonaro em relação ao contraditório e defendeu uma gestão com empreendedorismo, liberdade de negócios e Estado enxuto.
Durante a entrevista, Augusto Cury também mencionou a possibilidade de convidar Leandro Daiello, ex-diretor-geral da Polícia Federal, para comandar a corporação ou o Ministério da Segurança em um eventual governo seu. Além disso, o candidato defendeu a construção de mais presídios federais e uma força-tarefa que reúna diferentes forças de segurança para lidar com a criminalidade no país.
Outro ponto de destaque na entrevista foi a crítica de Cury ao ex-presidente Lula e ao programa Bolsa Família, chamando o reajuste de "maldade" e acusando o petista de usar a população mais vulnerável para obter votos. Além disso, o candidato prometeu buscar uma conversa com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, para tratar da crise na Corte e apresentar a proposta de mandato de 8 anos para ministros do Supremo caso seja eleito. Tais declarações geraram intensos debates sobre os rumos da política nacional e a postura dos candidatos à presidência em relação a temas cruciais para o país.
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