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Fim da escala 6x1: Alcolumbre marca para próxima semana início da discussão da PEC que diminui a jornada de trabalho
02/10/2026 19:14
Por Redação AM Comunicação
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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou a pauta para a próxima semana das discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a escala 6x1 no plenário. Essa medida, que é de grande interesse para a sociedade brasileira, pretende alterar a jornada de trabalho dos empregados, garantindo dois dias de descanso semanais sem a redução salarial.
A escala 6x1 é um modelo em que o empregado trabalha seis dias seguidos e tem direito a um dia de folga, e a PEC propõe uma jornada semanal de 40 horas, mantendo os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande novidade é assegurar que os trabalhadores tenham dois dias de folga semanais, com a possibilidade de um deles ser no domingo, sem diminuição de salário. Além disso, há um período de transição para que a redução da jornada aconteça de forma gradual.
Para ser aprovada, a PEC precisa contar com o apoio de, no mínimo, 49 senadores, o que corresponde a três quintos dos votos favoráveis nas duas votações. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro e agora está na fase de discussões no plenário, com sessões semipresenciais agendadas para a próxima semana. A medida visa modernizar as relações de trabalho no Brasil e trazer benefícios aos trabalhadores, equilibrando a jornada de trabalho de forma mais justa.
A escala 6x1 é um modelo em que o empregado trabalha seis dias seguidos e tem direito a um dia de folga, e a PEC propõe uma jornada semanal de 40 horas, mantendo os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande novidade é assegurar que os trabalhadores tenham dois dias de folga semanais, com a possibilidade de um deles ser no domingo, sem diminuição de salário. Além disso, há um período de transição para que a redução da jornada aconteça de forma gradual.
Para ser aprovada, a PEC precisa contar com o apoio de, no mínimo, 49 senadores, o que corresponde a três quintos dos votos favoráveis nas duas votações. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro e agora está na fase de discussões no plenário, com sessões semipresenciais agendadas para a próxima semana. A medida visa modernizar as relações de trabalho no Brasil e trazer benefícios aos trabalhadores, equilibrando a jornada de trabalho de forma mais justa.
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