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Avanço da direita no Senado acende alerta no STF e abre negociação sobre impeachment
07/10/2026 10:39
Por Redação AM Comunicação
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Enquanto as movimentações das campanhas do 2º turno das eleições seguem nas ruas, um cenário de negociações nos bastidores chama a atenção em relação à nova composição do Senado e sua relação com o Supremo Tribunal Federal (STF). Especialmente no contexto da região do Nordeste, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), tem liderado conversas com ministros do STF, em especial com o presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
Com a maioria dos novos senadores eleitos enfatizando o funcionamento do STF e o impeachment de ministros como suas principais bandeiras, as movimentações nos bastidores sinalizam um possível embate entre o Senado e o Supremo no próximo ano. Rogério Marinho tem assegurado a Fachin que não haverá uma postura de revanche por parte do novo Senado, que contará com uma expressiva bancada do PL.
Entretanto, a figura de Alexandre de Moraes, visto como símbolo do anti-bolsonarismo, e a escolha do próximo presidente do Senado, que ocorrerá em fevereiro, são pontos que ampliam a tensão entre as instituições. Nomes como Rogério Marinho e Arthur Lira estão cotados para assumir a liderança do Senado, o que pode impactar diretamente nas relações com o STF. Com uma pauta centrada no Supremo, o novo Senado promete gerar debates intensos e colocar em xeque a harmonia entre os poderes.
Com a maioria dos novos senadores eleitos enfatizando o funcionamento do STF e o impeachment de ministros como suas principais bandeiras, as movimentações nos bastidores sinalizam um possível embate entre o Senado e o Supremo no próximo ano. Rogério Marinho tem assegurado a Fachin que não haverá uma postura de revanche por parte do novo Senado, que contará com uma expressiva bancada do PL.
Entretanto, a figura de Alexandre de Moraes, visto como símbolo do anti-bolsonarismo, e a escolha do próximo presidente do Senado, que ocorrerá em fevereiro, são pontos que ampliam a tensão entre as instituições. Nomes como Rogério Marinho e Arthur Lira estão cotados para assumir a liderança do Senado, o que pode impactar diretamente nas relações com o STF. Com uma pauta centrada no Supremo, o novo Senado promete gerar debates intensos e colocar em xeque a harmonia entre os poderes.
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