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Ceará

Corpos de engenheiro e biomédica que morreram carbonizados passarão por exame de DNA antes do sepultamento

25/06/2026 11:59 Por Redação AM Comunicação 5 visualizações
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Os corpos do engenheiro Antônio Igor Mesquita de Sousa, de 30 anos, e da biomédica Vanessa Ellen Figueiredo Melo, de 28 anos, que morreram carbonizados em um acidente na CE-187, na zona rural de Tauá, no interior do Ceará, passarão por exame de DNA para complementar a identificação.
A colisão que vitimou o casal aconteceu na tarde de terça-feira (23), quando o carro em que estavam bateu de frente com um caminhão e pegou fogo, deixando os ocupantes presos às ferragens. Familiares afirmaram que o cão de estimação do casal, chamado "Puff", também estava no veículo, porém essa informação não foi oficialmente confirmada pela polícia.

Diante da situação, a Perícia Forense ressaltou a necessidade do exame de DNA devido ao estado em que os corpos se encontram. Amostras dos familiares foram colhidas para possibilitar a comparação e identificação dos corpos, que ainda estão no Núcleo de Tauá aguardando a liberação. Enquanto isso, a família divulgou um comunicado expressando gratidão pelas mensagens de apoio recebidas e informando que o velório e sepultamento serão realizados assim que possível.

O engenheiro Antônio Igor Mesquita de Sousa era natural de Ipueiras, onde exercia funções na prefeitura, possuía uma empresa de engenharia e já ocupou o cargo de secretário de Obras na cidade. Já a biomédica Vanessa Ellen Figueiredo Melo trabalhava no Hospital Municipal de Ipueiras e era coordenadora na atenção básica, sendo originária de São Paulo. Tanto a Prefeitura de Ipueiras quanto a de Tauá lamentaram a perda do casal e decretaram luto oficial em sinal de reconhecimento pelos serviços prestados.

O acidente que resultou na morte do engenheiro e da biomédica ocorreu em uma rodovia que já havia sido palco de outras tragédias recentes, como o tombamento de um ônibus com um time de basquete e uma colisão entre três veículos que deixou vítimas fatais e feridos. A sequência de ocorrências levanta questionamentos sobre a segurança viária na região do Ceará e a necessidade de medidas que visem prevenir a perda de mais vidas.