Esporte
Política
Campanha diz que Lula não se opõe a condições de Flávio Bolsonaro para quebra de sigilo
21/10/2026 19:19
Por Redação AM Comunicação
1 visualizações
Coordenadores da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmaram nesta quarta-feira (21) que o petista não se opõe às condições colocadas pelo seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), para autorizar a quebra de sigilos. Segundo o coordenador político da campanha de Lula, senador Camilo Santana (PT-CE), Flávio Bolsonaro fez as condicionantes como forma de "manobra". "Todas as condicionantes a única resposta é que o presidente não se opõe em absolutamente nada que ele colocou, com tanto que ele [Flávio Bolsonaro] faça".
Camilo Santana disse ainda que a campanha de Lula vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 11h desta quinta-feira (22) protocolar a resposta ao senador Flávio Bolsonaro. "Se não tem nada a dever, que ele cumpra o que o presidente propôs. Presidente não tem nada a se opor ao que ele colocou condicionantes. Amanhã às 11h estaremos no TSE para protocolar a resposta do presidente e é o prazo para ele estar la também", disse Santana. Em resposta ao desafio de quebras de sigilo lançado nesta semana pelo presidente Lula, Flávio condiciona o levantamento de dados a exigências que abrangem tanto o período em que Lula exerceu mandatos anteriores quanto a atual gestão federal. Entre as principais exigências feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro estão sigilos de assessores próximos, empresas de familiares e sócios, caso Master, INSS e cartão corporativo.
Em um documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do PT à reeleição afirma que autoriza a liberação de seus sigilos bancário, fiscal e eletrônico relativos aos últimos 8 anos, e também os de seus parentes, desde que o seu adversário na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo. De acordo com a petição apresentada pela defesa de Lula ao TSE, a liberação e a ampla divulgação dos dados vão abranger os seguintes familiares de Lula, e Lula condiciona a liberação dos seus sigilos e os de parentes à autorização, por Flávio Bolsonaro, da divulgação dos sigilos dele e dos seguintes familiares, bem como de empresas ligadas ao candidato do PL. A Meta é motivo de grande preocupação para a campanha de Lula, que declarou estar preparada para entrar com representações na Justiça Eleitoral contra a empresa.
Camilo Santana disse ainda que a campanha de Lula vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 11h desta quinta-feira (22) protocolar a resposta ao senador Flávio Bolsonaro. "Se não tem nada a dever, que ele cumpra o que o presidente propôs. Presidente não tem nada a se opor ao que ele colocou condicionantes. Amanhã às 11h estaremos no TSE para protocolar a resposta do presidente e é o prazo para ele estar la também", disse Santana. Em resposta ao desafio de quebras de sigilo lançado nesta semana pelo presidente Lula, Flávio condiciona o levantamento de dados a exigências que abrangem tanto o período em que Lula exerceu mandatos anteriores quanto a atual gestão federal. Entre as principais exigências feitas pela campanha de Flávio Bolsonaro estão sigilos de assessores próximos, empresas de familiares e sócios, caso Master, INSS e cartão corporativo.
Em um documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do PT à reeleição afirma que autoriza a liberação de seus sigilos bancário, fiscal e eletrônico relativos aos últimos 8 anos, e também os de seus parentes, desde que o seu adversário na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo. De acordo com a petição apresentada pela defesa de Lula ao TSE, a liberação e a ampla divulgação dos dados vão abranger os seguintes familiares de Lula, e Lula condiciona a liberação dos seus sigilos e os de parentes à autorização, por Flávio Bolsonaro, da divulgação dos sigilos dele e dos seguintes familiares, bem como de empresas ligadas ao candidato do PL. A Meta é motivo de grande preocupação para a campanha de Lula, que declarou estar preparada para entrar com representações na Justiça Eleitoral contra a empresa.
Leia Também
Esporte
Ceará
Ceará
Política