Esporte
Política
'Fechou o valor do Pres Valdemar?', 'Pode colocar o máximo que der': leia diálogos que basearam bloqueio de R$ 119 milhões de Valdemar Costa Neto
10/07/2026 14:03
Por Redação AM Comunicação
3 visualizações
O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, teve seus bens bloqueados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, em decisão que atinge o valor de R$ 119,2 milhões. A medida foi tomada a partir de um pedido da Polícia Federal, que investiga a suspeita de indicação irregular de emendas parlamentares. O ex-deputado, que não possui mandato atualmente, é apontado como o responsável por controlar as emendas dentro da Câmara dos Deputados, em parceria com três servidores da Casa.
A investigação teve início após a apreensão do celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, ex-assessora do deputado federal Arthur Lira, então presidente da Câmara. Em trocas de mensagens, Valdemar Costa Neto é mencionado decidindo valores, escolhendo destinos de emendas e realizando alterações nas indicações parlamentares. A suspeita recai sobre a possível prática de peculato-desvio e associação criminosa, crimes passíveis de prisão.
O caso, que faz parte de um desdobramento da Operação Transparência, revelou que Valdemar não possuía prerrogativa legal para indicar emendas, o que levantou questionamentos sobre o processo de registro das mesmas em nome de parlamentares. O envolvimento de deputados federais no esquema também é objeto de investigação. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra as medidas cautelares, mas apoiou a continuidade das investigações e o rastreamento dos valores desviados. A decisão do ministro Dino determinou o bloqueio dos bens de Valdemar e a suspensão imediata dos pagamentos das emendas sob suspeita. Além disso, solicitou à Câmara a entrega de todos os documentos relacionados às emendas identificadas pela PF.
A investigação teve início após a apreensão do celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, ex-assessora do deputado federal Arthur Lira, então presidente da Câmara. Em trocas de mensagens, Valdemar Costa Neto é mencionado decidindo valores, escolhendo destinos de emendas e realizando alterações nas indicações parlamentares. A suspeita recai sobre a possível prática de peculato-desvio e associação criminosa, crimes passíveis de prisão.
O caso, que faz parte de um desdobramento da Operação Transparência, revelou que Valdemar não possuía prerrogativa legal para indicar emendas, o que levantou questionamentos sobre o processo de registro das mesmas em nome de parlamentares. O envolvimento de deputados federais no esquema também é objeto de investigação. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra as medidas cautelares, mas apoiou a continuidade das investigações e o rastreamento dos valores desviados. A decisão do ministro Dino determinou o bloqueio dos bens de Valdemar e a suspensão imediata dos pagamentos das emendas sob suspeita. Além disso, solicitou à Câmara a entrega de todos os documentos relacionados às emendas identificadas pela PF.
Leia Também
Esporte
Ceará
Política
Política