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Ministro da Fazenda diz que Brasil está melhor que a Argentina e chama Milei de 'palhaço'
27/07/2026 09:50
Por Redação AM Comunicação
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, fez declarações contundentes nesta segunda-feira (27) afirmando que a economia brasileira está em melhor situação do que a Argentina, e não poupou críticas ao presidente argentino, Javier Milei, a quem chamou de "palhaço". Durante uma entrevista à Rádio Jornal, em Pernambuco, Durigan destacou que o risco país brasileiro está em patamares mais favoráveis do que o argentino, salientando também que o Brasil apresenta baixos índices de desemprego, inflação controlada, recordes na balança comercial, uma safra expressiva e redução do desmatamento.
Em meio à visita de Milei ao Brasil, onde participou do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, o presidente argentino proferiu um discurso inflamado em São Paulo, atacando figuras do STF e criticando o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Milei associou a candidatura de Flávio a uma suposta "transformação política em curso" na região, destacando uma suposta migração dos países latino-americanos para a direita. Durante o evento, o presidente argentino ainda chamou o ministro Alexandre de Moraes de "lixo careca", gerando polêmica e reações em ambos os países.
O ministro Dario Durigan aproveitou a entrevista para abordar a política de juros no Brasil, reconhecendo o impacto que os altos índices têm no país. Para ele, a redução dos juros requer medidas como a diminuição dos gastos obrigatórios, manutenção das regras fiscais vigentes e até mesmo um endurecimento dessas normas, além da modernização do Estado. Durigan afastou a possibilidade de uma recessão econômica no Brasil para 2027, ressaltando que a desaceleração prevista se deve, em grande parte, aos juros altos que têm a função de conter o aquecimento da economia.
Enquanto a Argentina apresentou um crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2026, impulsionado principalmente pelas exportações, Milei enfrenta questionamentos em seu país devido a um escândalo de corrupção em seu governo e às dificuldades econômicas. A vinda do presidente ao Brasil, em meio a críticas veladas do ministro da Fazenda brasileiro, revela um cenário de tensões políticas e econômicas na América Latina, com reflexos diretos na relação entre os dois países. Este embate expõe as divergências e desafios enfrentados por líderes políticos em ambos os lados da fronteira, repercutindo não apenas nas esferas nacionais, mas também internacionais.
Em meio à visita de Milei ao Brasil, onde participou do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, o presidente argentino proferiu um discurso inflamado em São Paulo, atacando figuras do STF e criticando o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Milei associou a candidatura de Flávio a uma suposta "transformação política em curso" na região, destacando uma suposta migração dos países latino-americanos para a direita. Durante o evento, o presidente argentino ainda chamou o ministro Alexandre de Moraes de "lixo careca", gerando polêmica e reações em ambos os países.
O ministro Dario Durigan aproveitou a entrevista para abordar a política de juros no Brasil, reconhecendo o impacto que os altos índices têm no país. Para ele, a redução dos juros requer medidas como a diminuição dos gastos obrigatórios, manutenção das regras fiscais vigentes e até mesmo um endurecimento dessas normas, além da modernização do Estado. Durigan afastou a possibilidade de uma recessão econômica no Brasil para 2027, ressaltando que a desaceleração prevista se deve, em grande parte, aos juros altos que têm a função de conter o aquecimento da economia.
Enquanto a Argentina apresentou um crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2026, impulsionado principalmente pelas exportações, Milei enfrenta questionamentos em seu país devido a um escândalo de corrupção em seu governo e às dificuldades econômicas. A vinda do presidente ao Brasil, em meio a críticas veladas do ministro da Fazenda brasileiro, revela um cenário de tensões políticas e econômicas na América Latina, com reflexos diretos na relação entre os dois países. Este embate expõe as divergências e desafios enfrentados por líderes políticos em ambos os lados da fronteira, repercutindo não apenas nas esferas nacionais, mas também internacionais.
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