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Após aprovação de Daniel Perez pelo Senado dos EUA, governo Lula mantém posição de analisar indicação depois das eleições
07/08/2026 18:54
Por Redação AM Comunicação
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O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantém sua posição firme diante da aprovação do nome de Daniel Perez como novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil pelo Senado americano. Mesmo com a pressão dos EUA, o governo de Lula enxerga que aprovar de imediato o agrément para Perez seria ceder à chantagem americana, o que está fora de cogitação. O impasse entre os dois países resultou numa escalada na relação bilateral, culminando na revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.
A indicação de Daniel Perez para assumir a embaixada americana no Brasil gerou desconforto no Itamaraty, já que não houve consulta formal prévia por parte dos EUA, o que é praxe na diplomacia internacional. Segundo a Convenção de Viena, da qual ambas as nações fazem parte, não há um prazo estabelecido para a concessão do agrément, que é a autorização do país anfitrião para a nomeação de um embaixador. Daniel Perez, filho de cubanos e parlamentar da Flórida, foi indicado pelo Departamento de Estado dos EUA em junho deste ano.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é que a atitude do governo Trump em revogar o visto da embaixadora brasileira faz parte de uma estratégia para pressionar o governo de Lula e influir no cenário eleitoral brasileiro. Diplomatas acreditam que a crise dificilmente será contornada antes das eleições presidenciais de outubro. A indicação de Perez é vista como um ponto de tensão nas relações entre os dois países, sendo um reflexo das discordâncias e interesses em jogo no cenário internacional.
A indicação de Daniel Perez para assumir a embaixada americana no Brasil gerou desconforto no Itamaraty, já que não houve consulta formal prévia por parte dos EUA, o que é praxe na diplomacia internacional. Segundo a Convenção de Viena, da qual ambas as nações fazem parte, não há um prazo estabelecido para a concessão do agrément, que é a autorização do país anfitrião para a nomeação de um embaixador. Daniel Perez, filho de cubanos e parlamentar da Flórida, foi indicado pelo Departamento de Estado dos EUA em junho deste ano.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação é que a atitude do governo Trump em revogar o visto da embaixadora brasileira faz parte de uma estratégia para pressionar o governo de Lula e influir no cenário eleitoral brasileiro. Diplomatas acreditam que a crise dificilmente será contornada antes das eleições presidenciais de outubro. A indicação de Perez é vista como um ponto de tensão nas relações entre os dois países, sendo um reflexo das discordâncias e interesses em jogo no cenário internacional.
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