Política
Caso Lulinha: gabinete de Mendonça rebate suspeitas e defende investigação de vazamentos
22/08/2026 13:42
Por Redação AM Comunicação
8 visualizações
O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), se pronunciou sobre as suspeitas levantadas em relação aos vazamentos de dados e documentos relacionados ao caso Lulinha, afirmando que as informações não teriam origem no próprio tribunal. A reação veio após os advogados da lobista Roberta Luchsinger solicitarem a ampliação da investigação sobre os vazamentos, pedindo que a apuração inclua agentes que tiveram acesso às informações, mesmo que não estejam lotados na Polícia Federal.
Segundo os advogados, dois delegados que integram o gabinete de André Mendonça estariam envolvidos de alguma forma nos vazamentos. Um desses delegados teria desavenças com a direção atual da PF, o que tem gerado tensões entre as partes. No entanto, o gabinete do ministro negou que os agentes atuam em investigações, além de refutar a participação de um deles em dossiês antifascistas durante o período em que Mendonça ocupava o cargo de ministro da Justiça.
Um assessor de Mendonça ressaltou que a prioridade do ministro é que os vazamentos sejam investigados de forma rigorosa. A decisão de ampliar o escopo da investigação para incluir possíveis agentes envolvidos é vista como uma forma de garantir a transparência e a lisura do processo. O caso Lulinha continua a gerar repercussão e levantar questionamentos sobre os bastidores da investigação, alimentando a expectativa sobre os desdobramentos futuros.
Segundo os advogados, dois delegados que integram o gabinete de André Mendonça estariam envolvidos de alguma forma nos vazamentos. Um desses delegados teria desavenças com a direção atual da PF, o que tem gerado tensões entre as partes. No entanto, o gabinete do ministro negou que os agentes atuam em investigações, além de refutar a participação de um deles em dossiês antifascistas durante o período em que Mendonça ocupava o cargo de ministro da Justiça.
Um assessor de Mendonça ressaltou que a prioridade do ministro é que os vazamentos sejam investigados de forma rigorosa. A decisão de ampliar o escopo da investigação para incluir possíveis agentes envolvidos é vista como uma forma de garantir a transparência e a lisura do processo. O caso Lulinha continua a gerar repercussão e levantar questionamentos sobre os bastidores da investigação, alimentando a expectativa sobre os desdobramentos futuros.
Leia Também
Ceará
Ceará
Esporte