Política
Lula diz que conversas com Trump são 'civilizadas e respeitosas', mas segundo escalão dos EUA 'toma atitudes impensáveis'
23/08/2026 19:31
Por Redação AM Comunicação
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em recente entrevista à TV Record, gravada no Palácio da Alvorada, que as conversas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são sempre marcadas por civilidade e respeito mútuo. No entanto, o ex-presidente destacou que, muitas vezes, ações tomadas pelo segundo escalão do governo norte-americano podem ser consideradas "impensáveis". Ao mencionar as novas barreiras comerciais impostas pelo governo dos EUA ao Brasil, Lula defendeu veementemente a postura brasileira, alegando que as alegações de desmatamento e trabalho escravo são infundadas e baseadas em mentiras.
Durante a conversa com Trump, Lula reafirmou que o Brasil possui índices de desmatamento historicamente baixos e sempre atuou no combate ao trabalho escravo, ressaltando que não cabe ao país fiscalizar as ações de outras nações. O diálogo entre os presidentes resultou em negociações para retomada das discussões técnicas sobre as recentes tarifas impostas pelos EUA, visando encontrar soluções para as questões comerciais em pauta. Lula enfatizou a importância de manter uma relação cordial com os Estados Unidos, destacando a relevância da cooperação entre as duas maiores democracias do hemisfério.
Além das questões comerciais, Lula abordou outros temas durante a entrevista, incluindo as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. O ex-presidente ressaltou que não interfere nas investigações e que seu filho terá que provar sua inocência caso haja acusações contra ele. A Polícia Federal apura possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção ligados a Lulinha, bem como o envolvimento de Marcola em supostas negociações fraudulentas com o Ministério da Saúde. As investigações seguem em andamento, buscando esclarecer eventuais irregularidades apontadas.
Durante a conversa com Trump, Lula reafirmou que o Brasil possui índices de desmatamento historicamente baixos e sempre atuou no combate ao trabalho escravo, ressaltando que não cabe ao país fiscalizar as ações de outras nações. O diálogo entre os presidentes resultou em negociações para retomada das discussões técnicas sobre as recentes tarifas impostas pelos EUA, visando encontrar soluções para as questões comerciais em pauta. Lula enfatizou a importância de manter uma relação cordial com os Estados Unidos, destacando a relevância da cooperação entre as duas maiores democracias do hemisfério.
Além das questões comerciais, Lula abordou outros temas durante a entrevista, incluindo as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. O ex-presidente ressaltou que não interfere nas investigações e que seu filho terá que provar sua inocência caso haja acusações contra ele. A Polícia Federal apura possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção ligados a Lulinha, bem como o envolvimento de Marcola em supostas negociações fraudulentas com o Ministério da Saúde. As investigações seguem em andamento, buscando esclarecer eventuais irregularidades apontadas.
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