Política
PF terá acesso a informações de ONG ligada à produtora do filme sobre Jair Bolsonaro
24/08/2026 17:57
Por Redação AM Comunicação
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A Polícia Federal (PF) estará mais próxima de desvendar as intricadas relações por trás da produção do filme "Dark Horse", que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Isso porque o ministro Flávio Dino autorizou o compartilhamento de informações coletadas pela Polícia Civil de São Paulo durante diligências realizadas no Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade vinculada à produtora do filme.
O material obtido pela Polícia Civil durante a busca e apreensão no ICB será utilizado para aprofundar as investigações em um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar suspeitas de desvio de emendas parlamentares em direção à produção do polêmico longa-metragem. A operação, denominada 'Wi-Fi', realizada em junho deste ano, já havia lançado luz sobre possíveis irregularidades em um contrato milionário com a Prefeitura de São Paulo.
A empresária Karina Ferreira da Gama, proprietária do Instituto e sócia da produtora Go UP Entertainment, está no centro das investigações. A PF alega que os dados recuperados, como documentos contábeis, registros financeiros e dispositivos eletrônicos apreendidos nos endereços da ONG e de outras empresas ligadas a Karina, podem ser cruciais para o andamento do inquérito. O objetivo é analisar possíveis desvios de recursos que teriam financiado a produção do filme.
O ministro Flávio Dino avaliou como pertinentes os argumentos da PF e autorizou o compartilhamento das informações, seguindo as diretrizes do STF. Com a análise minuciosa das relações empresariais de Karina e de suas empresas, além de eventuais doações eleitorais relacionadas aos investigados, a Polícia Federal busca armar o quebra-cabeça por trás da produção de "Dark Horse" e esclarecer os possíveis desvios de verbas públicas envolvidos no processo.
O material obtido pela Polícia Civil durante a busca e apreensão no ICB será utilizado para aprofundar as investigações em um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar suspeitas de desvio de emendas parlamentares em direção à produção do polêmico longa-metragem. A operação, denominada 'Wi-Fi', realizada em junho deste ano, já havia lançado luz sobre possíveis irregularidades em um contrato milionário com a Prefeitura de São Paulo.
A empresária Karina Ferreira da Gama, proprietária do Instituto e sócia da produtora Go UP Entertainment, está no centro das investigações. A PF alega que os dados recuperados, como documentos contábeis, registros financeiros e dispositivos eletrônicos apreendidos nos endereços da ONG e de outras empresas ligadas a Karina, podem ser cruciais para o andamento do inquérito. O objetivo é analisar possíveis desvios de recursos que teriam financiado a produção do filme.
O ministro Flávio Dino avaliou como pertinentes os argumentos da PF e autorizou o compartilhamento das informações, seguindo as diretrizes do STF. Com a análise minuciosa das relações empresariais de Karina e de suas empresas, além de eventuais doações eleitorais relacionadas aos investigados, a Polícia Federal busca armar o quebra-cabeça por trás da produção de "Dark Horse" e esclarecer os possíveis desvios de verbas públicas envolvidos no processo.
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