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Banqueiro Daniel Vorcaro afirma sobre proposta de delação envolvendo o 'atual governo' e não cita financiamento de 'Dark Horse' e envolvimento com políticos
03/09/2026 01:32
Por Redação AM Comunicação
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O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e atualmente preso em Brasília, causou alvoroço ao afirmar, em depoimento prestado ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que sua proposta de delação premiada teria como alvo pessoas ligadas ao "núcleo do atual governo". Contudo, Vorcaro não mencionou a possibilidade de revelar detalhes sobre sua relação com outras autoridades políticas nem seu suposto envolvimento no financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de São Paulo e posteriormente divulgadas por blogs, o depoimento de Vorcaro ocorreu a pedido da defesa do próprio banqueiro, que alegava estar sofrendo graves intimidações e solicitou urgência para ser ouvido. O ministro relator do caso Master no STF, André Mendonça, confirmou que o depoimento foi conduzido por um juiz auxiliar, após a solicitação dos advogados do ex-dono do Banco Master.
O depoimento de Daniel Vorcaro também trouxe à tona questões relacionadas à venda do Banco Master para o Banco Regional de Brasília (BRB). O banqueiro defendeu a fusão dos dois bancos e classificou o negócio como benéfico, mas a Operação Compliance Zero revelou fraudes envolvendo as transações financeiras entre as instituições, resultando na prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e em um possível rombo milionário no patrimônio do banco.
Diante das declarações de Vorcaro e das revelações que surgiram a partir de seu depoimento, o Ministério Público rejeitou a delação apresentada pela defesa do banqueiro, alegando falta de elementos concretos e provas que pudessem impulsionar investigações adicionais. Enquanto isso, o tema continua a suscitar debates e reflexões sobre os meandros da corrupção e dos esquemas financeiros envolvendo poderosos da política e do mercado no Brasil, reacendendo discussões sobre transparência, ética e responsabilidade no cenário nacional.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Estado de São Paulo e posteriormente divulgadas por blogs, o depoimento de Vorcaro ocorreu a pedido da defesa do próprio banqueiro, que alegava estar sofrendo graves intimidações e solicitou urgência para ser ouvido. O ministro relator do caso Master no STF, André Mendonça, confirmou que o depoimento foi conduzido por um juiz auxiliar, após a solicitação dos advogados do ex-dono do Banco Master.
O depoimento de Daniel Vorcaro também trouxe à tona questões relacionadas à venda do Banco Master para o Banco Regional de Brasília (BRB). O banqueiro defendeu a fusão dos dois bancos e classificou o negócio como benéfico, mas a Operação Compliance Zero revelou fraudes envolvendo as transações financeiras entre as instituições, resultando na prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e em um possível rombo milionário no patrimônio do banco.
Diante das declarações de Vorcaro e das revelações que surgiram a partir de seu depoimento, o Ministério Público rejeitou a delação apresentada pela defesa do banqueiro, alegando falta de elementos concretos e provas que pudessem impulsionar investigações adicionais. Enquanto isso, o tema continua a suscitar debates e reflexões sobre os meandros da corrupção e dos esquemas financeiros envolvendo poderosos da política e do mercado no Brasil, reacendendo discussões sobre transparência, ética e responsabilidade no cenário nacional.
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