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Tribunal de Contas do RJ irá investigar aporte de R$ 90 milhões da Cedae no Banco Digimais, alvo de operação da PF
23/06/2026 19:11
Por Redação AM Comunicação
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O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) anunciou a abertura de um processo para investigar o aporte de R$ 90 milhões da Cedae no Banco Digimais, instituição que foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta semana. A investigação se volta para o período da gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL), quando a empresa de águas e esgoto ainda era pública e fez a mencionada aplicação financeira.
A Cedae, mesmo com a privatização dos serviços de água e esgoto no Rio de Janeiro, segue responsável pela captação e tratamento da água, mantendo-se vinculada ao governo estadual. O investimento de R$ 90 milhões no Banco Digimais, aparentemente arriscado devido ao histórico da instituição, está sendo alvo de análise cuidadosa por parte do TCE-RJ, após a solicitação do conselheiro José Gomes Graciosa.
O ex-diretor financeiro da Cedae, Antônio Carlos dos Santos, responsável pelo aporte milionário, assegura que a modalidade de investimento, chamada DPGE, tinha garantias e retornos definidos, não apresentando risco de perda do capital. Mesmo diante da possível fragilidade financeira do Banco Digimais, ele afirma que não recebeu alertas de órgãos de controle sobre a operação. A Cedae, por sua vez, informou que a política de aplicações financeiras foi revista e que os valores ainda em investimento no banco em questão serão realocados em instituições consideradas de menor risco.
A operação da Polícia Federal, que investiga possíveis manipulações contábeis para ocultar a real situação do Banco Digimais, trouxe à tona uma série de questionamentos sobre o processo de investimento da Cedae e a transparência nas decisões financeiras. Enquanto o TCE-RJ dá início à apuração dos fatos, o caso ganha destaque não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, levantando debates sobre a segurança e responsabilidade das instituições públicas em relação aos investimentos realizados.
A Cedae, mesmo com a privatização dos serviços de água e esgoto no Rio de Janeiro, segue responsável pela captação e tratamento da água, mantendo-se vinculada ao governo estadual. O investimento de R$ 90 milhões no Banco Digimais, aparentemente arriscado devido ao histórico da instituição, está sendo alvo de análise cuidadosa por parte do TCE-RJ, após a solicitação do conselheiro José Gomes Graciosa.
O ex-diretor financeiro da Cedae, Antônio Carlos dos Santos, responsável pelo aporte milionário, assegura que a modalidade de investimento, chamada DPGE, tinha garantias e retornos definidos, não apresentando risco de perda do capital. Mesmo diante da possível fragilidade financeira do Banco Digimais, ele afirma que não recebeu alertas de órgãos de controle sobre a operação. A Cedae, por sua vez, informou que a política de aplicações financeiras foi revista e que os valores ainda em investimento no banco em questão serão realocados em instituições consideradas de menor risco.
A operação da Polícia Federal, que investiga possíveis manipulações contábeis para ocultar a real situação do Banco Digimais, trouxe à tona uma série de questionamentos sobre o processo de investimento da Cedae e a transparência nas decisões financeiras. Enquanto o TCE-RJ dá início à apuração dos fatos, o caso ganha destaque não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, levantando debates sobre a segurança e responsabilidade das instituições públicas em relação aos investimentos realizados.
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