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Relatório da Polícia Civil de SP vê 'consistentes suspeitas' de desvio de recursos de contrato de wi-fi para Dark Horse
13/09/2026 13:14
Por Redação AM Comunicação
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O relatório divulgado pela Polícia Civil de São Paulo revelou indícios alarmantes de desvio de recursos públicos destinados ao programa 'WiFi Livre SP' para custear a produção do filme Dark Horse, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação aponta para uma possível confusão patrimonial envolvendo o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama, e a produtora Go Up Entertainment, da qual ela é sócia. As entidades ligadas a Karina seriam responsáveis pelo desvio dos valores das contas públicas para financiar a produção do longa-metragem.
Segundo o relatório da Polícia Civil, o Tribunal de Contas do município identificou vinte irregularidades graves no edital de chamamento público que resultou na contratação do ICB para o programa de internet gratuita. Além disso, houve uma disparidade de custos, com a empresa municipal PRODAM cobrando valores significativamente inferiores aos estabelecidos no contrato com o Instituto Conhecer Brasil. A instalação dos pontos de internet teria sido antecipada durante o período eleitoral de 2024, com uma notável desaceleração após o encerramento das eleições.
A investigação aponta que, embora o município de São Paulo devesse ter pago aproximadamente R$ 43 milhões pelos serviços de internet fornecidos, foram destinados cerca de R$ 69 milhões, resultando em um prejuízo de R$ 26 milhões por serviços não prestados. O documento também destaca a falta de experiência prévia no setor de telecomunicações do ICB, que teria sido contratado de forma irregular, com critérios genéricos de seleção. As suspeitas de confusão patrimonial e desvio de recursos públicos serão objeto de análise e investigação pelas autoridades competentes.
Segundo o relatório da Polícia Civil, o Tribunal de Contas do município identificou vinte irregularidades graves no edital de chamamento público que resultou na contratação do ICB para o programa de internet gratuita. Além disso, houve uma disparidade de custos, com a empresa municipal PRODAM cobrando valores significativamente inferiores aos estabelecidos no contrato com o Instituto Conhecer Brasil. A instalação dos pontos de internet teria sido antecipada durante o período eleitoral de 2024, com uma notável desaceleração após o encerramento das eleições.
A investigação aponta que, embora o município de São Paulo devesse ter pago aproximadamente R$ 43 milhões pelos serviços de internet fornecidos, foram destinados cerca de R$ 69 milhões, resultando em um prejuízo de R$ 26 milhões por serviços não prestados. O documento também destaca a falta de experiência prévia no setor de telecomunicações do ICB, que teria sido contratado de forma irregular, com critérios genéricos de seleção. As suspeitas de confusão patrimonial e desvio de recursos públicos serão objeto de análise e investigação pelas autoridades competentes.
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