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Dark Horse: Dino levanta sigilo de investigação que cita Mário Frias, aponta indícios de irregularidades e menciona possível elo com PCC
13/09/2026 13:14
Por Redação AM Comunicação
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, tomou uma decisão que tem gerado repercussão em todo o país. Neste domingo (13), Dino retirou o sigilo de documentos enviados pela Justiça de São Paulo que apontam para um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo emendas parlamentares federais, contratos relacionados à Prefeitura de São Paulo e pessoas vinculadas ao deputado federal Mário Frias, do PL-SP. O escândalo, que já vinha sendo alvo de investigações, ganhou mais força com a unificação dos inquéritos sob a relatoria do ministro, que citou indícios de irregularidades e mencionou a possibilidade de um elo entre o caso e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na última quinta-feira (10), Mário Frias classificou como uma "cortina de fumaça" a operação da Polícia Federal que realizou buscas em sua residência. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele negou qualquer envolvimento em irregularidades, comprometeu-se a colaborar com as investigações e afirmou acreditar no arquivamento do caso. Esta declaração foi a primeira manifestação do parlamentar sobre a operação que abalou sua carreira política.
O despacho do ministro Flávio Dino destaca que, através da análise dos documentos, há indícios de uma organização criminosa voltada para a captação, circulação e ocultação de recursos públicos. O inquérito também aponta para um possível "circuito financeiro fechado" envolvendo a Complexsys Soluções Integradas Ltda., empresa de tecnologia contratada pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama. As investigações revelam transferências de valores entre Frias, a Complexsys, o ICB e a Academia Nacional de Cultura (ANC), sugerindo uma atuação coordenada do mesmo núcleo.
Além disso, a Polícia Federal levanta suspeitas de uma "confusão patrimonial" entre o ICB, empresas contratadas pela entidade e pessoas ligadas ao grupo investigado. Elementos como vínculos societários cruzados, proximidade entre sócios e administradores, empresas com faturamento incompatível com valores movimentados e sucessivas devoluções de recursos estão sendo investigados. Outro ponto de destaque é a possível participação ativa de Mário Frias no esquema, colocando o deputado como um possível agente central da organização criminosa em questão. A hipótese do envolvimento do PCC nas operações também não foi descartada e segue sob análise pelas autoridades competentes.
Na última quinta-feira (10), Mário Frias classificou como uma "cortina de fumaça" a operação da Polícia Federal que realizou buscas em sua residência. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele negou qualquer envolvimento em irregularidades, comprometeu-se a colaborar com as investigações e afirmou acreditar no arquivamento do caso. Esta declaração foi a primeira manifestação do parlamentar sobre a operação que abalou sua carreira política.
O despacho do ministro Flávio Dino destaca que, através da análise dos documentos, há indícios de uma organização criminosa voltada para a captação, circulação e ocultação de recursos públicos. O inquérito também aponta para um possível "circuito financeiro fechado" envolvendo a Complexsys Soluções Integradas Ltda., empresa de tecnologia contratada pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama. As investigações revelam transferências de valores entre Frias, a Complexsys, o ICB e a Academia Nacional de Cultura (ANC), sugerindo uma atuação coordenada do mesmo núcleo.
Além disso, a Polícia Federal levanta suspeitas de uma "confusão patrimonial" entre o ICB, empresas contratadas pela entidade e pessoas ligadas ao grupo investigado. Elementos como vínculos societários cruzados, proximidade entre sócios e administradores, empresas com faturamento incompatível com valores movimentados e sucessivas devoluções de recursos estão sendo investigados. Outro ponto de destaque é a possível participação ativa de Mário Frias no esquema, colocando o deputado como um possível agente central da organização criminosa em questão. A hipótese do envolvimento do PCC nas operações também não foi descartada e segue sob análise pelas autoridades competentes.
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