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Eduardo Bolsonaro diz que Simone Tebet 'se prostitui' por cargos, e candidata reage: 'covarde'; TRE determina remoção de postagem
29/09/2026 18:53
Por Redação AM Comunicação
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O meio político brasileiro foi sacudido por mais uma polêmica nesta semana, envolvendo o embate entre os candidatos ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) e Eduardo Bolsonaro (PL). Após uma série de declarações e críticas trocadas entre os dois postulantes, o ex-deputado federal insinuou que Tebet "se prostitui" por cargos políticos, o que gerou uma controvérsia sem precedentes.
Tudo começou com a crítica de Tebet à desistência de Ricardo Salles (Novo) da corrida ao Senado por São Paulo, onde ela acusou o ex-ministro do Meio Ambiente de "se render ao Centrão". Em resposta, Eduardo Bolsonaro fez uma publicação nas redes sociais chamando a candidata de "vassala" do ex-presidente Lula e insinuando que ela poderia "se prostituir por cargo, ministério etc.".
A repercussão do caso foi tamanha que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a remoção da postagem com ataques à honra da candidata em até 24 horas, com a aplicação de uma multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento. Simone Tebet reagiu à declaração de Eduardo, chamando-o de "covarde" e afirmando que acionará a Justiça Eleitoral, tornando o episódio ainda mais tenso e polarizado.
Além disso, políticos como Marina Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin demonstraram apoio à candidatura de Simone Tebet, enfatizando a importância de debater questões políticas de forma responsável e respeitosa. Enquanto isso, a desistência de Ricardo Salles da corrida ao Senado por São Paulo gerou debates acalorados e polarizou ainda mais o cenário pré-eleitoral, evidenciando as tensões e rivalidades que marcam o atual processo político no Brasil.
Tudo começou com a crítica de Tebet à desistência de Ricardo Salles (Novo) da corrida ao Senado por São Paulo, onde ela acusou o ex-ministro do Meio Ambiente de "se render ao Centrão". Em resposta, Eduardo Bolsonaro fez uma publicação nas redes sociais chamando a candidata de "vassala" do ex-presidente Lula e insinuando que ela poderia "se prostituir por cargo, ministério etc.".
A repercussão do caso foi tamanha que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a remoção da postagem com ataques à honra da candidata em até 24 horas, com a aplicação de uma multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento. Simone Tebet reagiu à declaração de Eduardo, chamando-o de "covarde" e afirmando que acionará a Justiça Eleitoral, tornando o episódio ainda mais tenso e polarizado.
Além disso, políticos como Marina Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin demonstraram apoio à candidatura de Simone Tebet, enfatizando a importância de debater questões políticas de forma responsável e respeitosa. Enquanto isso, a desistência de Ricardo Salles da corrida ao Senado por São Paulo gerou debates acalorados e polarizou ainda mais o cenário pré-eleitoral, evidenciando as tensões e rivalidades que marcam o atual processo político no Brasil.
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