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Eleitos: Poucos candidatos que usaram nome de Bolsonaro ou de Lula foram eleitos
06/10/2026 17:52
Por Redação AM Comunicação
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A tentativa de associar o nome na urna ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sem ter parentesco com eles, não se traduziu em vitória para a maioria dos candidatos. Dos 29 que adotaram a estratégia nas eleições, apenas cinco foram eleitos. Os outros 24 não conseguiram uma vaga.
Dos 20 candidatos que registraram inicialmente nomes com referência a Bolsonaro, três foram eleitos e 17 não foram. Entre os nove candidatos que adotaram o nome de Lula, dois foram eleitos e sete não conseguiram se eleger.
Os candidatos disputaram cargos de governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital em diferentes estados do país.
Entre os cinco eleitos está Bruno Scheid (PL-RO), que concorreu ao Senado. Ele havia registrado inicialmente o nome de urna Bruno Bolsonaro Scheid, mas retirou a referência a Bolsonaro depois de uma decisão da Justiça Eleitoral.
Justiça Eleitoral barrou uso de nomes em alguns casos. Em agosto, a Justiça Eleitoral passou a proibir candidatos que tentavam levar o nome de Bolsonaro ou de Lula às urnas sem integrar a família deles. Foi o que aconteceu com Bruno Scheid. As regras sobre o nome que um candidato pode apresentar na urna estão previstas em lei e em uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Pelas normas, o candidato pode usar prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou o nome pelo qual seja conhecido. A identificação não pode causar dúvida sobre a identidade do candidato, atentar contra o pudor ou ser ridícula ou irreverente. Em uma decisão anterior sobre o tema, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) entendeu que a identificação política legítima deve decorrer da trajetória e da atuação do próprio candidato, e não da apropriação do sobrenome de uma terceira pessoa conhecida.
Dos 20 candidatos que registraram inicialmente nomes com referência a Bolsonaro, três foram eleitos e 17 não foram. Entre os nove candidatos que adotaram o nome de Lula, dois foram eleitos e sete não conseguiram se eleger.
Os candidatos disputaram cargos de governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital em diferentes estados do país.
Entre os cinco eleitos está Bruno Scheid (PL-RO), que concorreu ao Senado. Ele havia registrado inicialmente o nome de urna Bruno Bolsonaro Scheid, mas retirou a referência a Bolsonaro depois de uma decisão da Justiça Eleitoral.
Justiça Eleitoral barrou uso de nomes em alguns casos. Em agosto, a Justiça Eleitoral passou a proibir candidatos que tentavam levar o nome de Bolsonaro ou de Lula às urnas sem integrar a família deles. Foi o que aconteceu com Bruno Scheid. As regras sobre o nome que um candidato pode apresentar na urna estão previstas em lei e em uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Pelas normas, o candidato pode usar prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou o nome pelo qual seja conhecido. A identificação não pode causar dúvida sobre a identidade do candidato, atentar contra o pudor ou ser ridícula ou irreverente. Em uma decisão anterior sobre o tema, o Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) entendeu que a identificação política legítima deve decorrer da trajetória e da atuação do próprio candidato, e não da apropriação do sobrenome de uma terceira pessoa conhecida.
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