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Ativismo político internacional é apontado pela OEA nas eleições brasileiras, mas TSE descarta interferência externa
06/10/2026 17:52
Por Redação AM Comunicação
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A Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou um relatório nesta terça-feira (6) sobre as eleições gerais no Brasil, realizadas no último domingo (4), destacando a presença de "ativismo político internacional" durante o processo eleitoral. Segundo a entidade, representantes da Missão de Observação da OEA constataram uma tendência crescente de chefes de Estado de outros países se manifestarem publicamente sobre eleições em andamento em diferentes nações do continente, com insultos até mesmo sendo proferidos contra uma das candidaturas brasileiras. Apesar disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) descartou qualquer alerta de interferência externa na votação.
Durante o primeiro turno das eleições, membros da OEA estiveram presentes em seções eleitorais de 21 estados e do Distrito Federal. Além da OEA, outras entidades internacionais, como órgãos da União Europeia e do Mercosul, foram convocadas pelo TSE para atuar como observadoras do processo eleitoral no Brasil. O relatório da OEA, que elogiou a condução pacífica e organizada das eleições, mencionou ainda um incidente de atraso na atualização do sistema de divulgação de resultados do TSE entre 19h06 e 20h06, mas ressaltou que isso não comprometeu a totalização dos votos.
Diante das preocupações levantadas pela OEA sobre o ativismo político internacional nas eleições brasileiras, algumas autoridades do governo atribuíram a líderes estrangeiros, como Donald Trump, dos EUA, e Javier Milei, da Argentina, supostas tentativas de interferir no pleito para favorecer um candidato em detrimento de outro. No entanto, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reiterou que não houve registro de ingerência externa na votação, evidenciando a importância da atuação das missões de observação para garantir a transparência e legitimidade do processo eleitoral.
Durante o primeiro turno das eleições, membros da OEA estiveram presentes em seções eleitorais de 21 estados e do Distrito Federal. Além da OEA, outras entidades internacionais, como órgãos da União Europeia e do Mercosul, foram convocadas pelo TSE para atuar como observadoras do processo eleitoral no Brasil. O relatório da OEA, que elogiou a condução pacífica e organizada das eleições, mencionou ainda um incidente de atraso na atualização do sistema de divulgação de resultados do TSE entre 19h06 e 20h06, mas ressaltou que isso não comprometeu a totalização dos votos.
Diante das preocupações levantadas pela OEA sobre o ativismo político internacional nas eleições brasileiras, algumas autoridades do governo atribuíram a líderes estrangeiros, como Donald Trump, dos EUA, e Javier Milei, da Argentina, supostas tentativas de interferir no pleito para favorecer um candidato em detrimento de outro. No entanto, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reiterou que não houve registro de ingerência externa na votação, evidenciando a importância da atuação das missões de observação para garantir a transparência e legitimidade do processo eleitoral.
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