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Fim da escala 6x1 é promulgado e prazos começam a contar; entenda como será a transição
16/10/2026 10:52
Por Redação AM Comunicação
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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e garante dois dias de descanso remunerado por semana foi promulgada pelo Congresso Nacional nesta sexta-feira (16). O ato marca o início do período de transição até a entrada em vigor das novas regras.
Essa é a primeira mudança nas regras gerais da jornada de trabalho desde a Constituição de 1988, há 38 anos. Durante a Assembleia Nacional Constituinte, a redução da jornada de 48 para 40 horas semanais chegou a ser discutida. Sem apoio suficiente, porém, o limite foi fixado em 44 horas.
A partir desse prazo, os trabalhadores passariam a ter direito a dois dias de repouso semanal remunerado, com possibilidade de compensação prevista em norma coletiva, desde que fosse assegurada a média de dois dias de descanso por semana.
Segundo o especialista, as empresas terão de reorganizar escalas, controles de jornada e equipes. Para aquelas que funcionam sete dias por semana, a mudança pode exigir novas contratações, pagamento de horas extras ou redistribuição de turnos.
Na avaliação da advogada trabalhista Tatiana Sant'Anna, o principal desafio será transformar a mudança constitucional em uma nova organização do trabalho, e não apenas alterar o controle de ponto.
Essa é a primeira mudança nas regras gerais da jornada de trabalho desde a Constituição de 1988, há 38 anos. Durante a Assembleia Nacional Constituinte, a redução da jornada de 48 para 40 horas semanais chegou a ser discutida. Sem apoio suficiente, porém, o limite foi fixado em 44 horas.
A partir desse prazo, os trabalhadores passariam a ter direito a dois dias de repouso semanal remunerado, com possibilidade de compensação prevista em norma coletiva, desde que fosse assegurada a média de dois dias de descanso por semana.
Segundo o especialista, as empresas terão de reorganizar escalas, controles de jornada e equipes. Para aquelas que funcionam sete dias por semana, a mudança pode exigir novas contratações, pagamento de horas extras ou redistribuição de turnos.
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