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Tarifaço: setor de máquinas diz não apoiar reciprocidade e defende ampliação de programa de crédito para empresas afetadas
21/07/2026 14:33
Por Redação AM Comunicação
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Representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) afirmaram nesta terça-feira (21) que são contra a aplicação, pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de reciprocidade tarifária sobre produtos americanos exportados ao Brasil. O setor de máquinas e equipamentos se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com os ministros Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e Dario Durigan (Fazenda), em busca de medidas que possam diminuir os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.
O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC) está realizando várias reuniões com setores que devem ser mais afetados pelo aumento de taxas sobre produtos brasileiros exportados para os EUA. José Velloso, presidente da Abimaq, ressaltou que não são favoráveis à reciprocidade tarifária e pediu a ampliação do programa Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito com melhores condições para os setores atingidos. O governo, por sua vez, já sinalizou que deve fortalecer esse programa.
Além da questão das tarifas, o setor de máquinas e equipamentos destaca a importância de ampliar as negociações diplomáticas, buscar novos mercados e adotar medidas para aumentar a competitividade da indústria nacional. Mesmo com as dificuldades causadas pelas taxações norte-americanas, as exportações do setor registraram um aumento de 12% nos últimos 12 meses, segundo Velloso.
Com a aplicação da taxa adicional de 25% exclusivamente ao Brasil, as máquinas brasileiras ficam mais caras para os compradores americanos, tornando a indústria nacional menos competitiva em relação a outros fornecedores internacionais. Em contrapartida, a diversificação dos destinos das exportações tem ajudado a compensar a redução de vendas para os Estados Unidos. O governo se comprometeu a analisar as propostas do setor para lidar com o tarifaço iminente.
O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC) está realizando várias reuniões com setores que devem ser mais afetados pelo aumento de taxas sobre produtos brasileiros exportados para os EUA. José Velloso, presidente da Abimaq, ressaltou que não são favoráveis à reciprocidade tarifária e pediu a ampliação do programa Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito com melhores condições para os setores atingidos. O governo, por sua vez, já sinalizou que deve fortalecer esse programa.
Além da questão das tarifas, o setor de máquinas e equipamentos destaca a importância de ampliar as negociações diplomáticas, buscar novos mercados e adotar medidas para aumentar a competitividade da indústria nacional. Mesmo com as dificuldades causadas pelas taxações norte-americanas, as exportações do setor registraram um aumento de 12% nos últimos 12 meses, segundo Velloso.
Com a aplicação da taxa adicional de 25% exclusivamente ao Brasil, as máquinas brasileiras ficam mais caras para os compradores americanos, tornando a indústria nacional menos competitiva em relação a outros fornecedores internacionais. Em contrapartida, a diversificação dos destinos das exportações tem ajudado a compensar a redução de vendas para os Estados Unidos. O governo se comprometeu a analisar as propostas do setor para lidar com o tarifaço iminente.
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