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Homens presos por morte de bebê de 10 meses no Ceará são soltos após decisão da Justiça
21/07/2026 14:33
Por Redação AM Comunicação
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O caso que chocou a população cearense, envolvendo a morte de uma bebê de 10 meses por asfixia, teve desdobramentos surpreendentes nesta semana. Os dois homens que estavam presos suspeitos do crime, Roberto Levy Oliveira Magalhães e Francisco Ray Rodrigues Magalhães, foram soltos por decisão da Justiça do Ceará. A liberação ocorreu após o Ministério Público solicitar a revogação das prisões preventivas dos acusados, alegando a ausência dos requisitos legais para a manutenção da custódia.
O laudo pericial apontou que a criança faleceu por asfixia, decorrente do fato de um dos homens ter dormido sobre ela. Em um primeiro momento, a polícia tratou o caso como um estupro seguido de morte, o que resultou nas prisões em flagrante dos suspeitos. No entanto, posteriormente, o laudo da Perícia Forense do Ceará descartou a ocorrência de violência sexual, alterando a linha de investigação para homicídio culposo.
A advogada Gleicy Kelly Leitão, responsável pela defesa de Francisco Ray, comemorou a soltura dos clientes e ressaltou a importância de não fazer julgamentos precipitados. Ela ainda criticou a condução inicial da acusação, que resultou na prisão dos suspeitos sem fundamentos conclusivos. Outro ponto de destaque foi o indiciamento da mãe da criança, Ysabelle Rodrigues, por homicídio culposo comissivo por omissão, um fato que gerou polêmica e contestações por parte da defesa da acusada.
A mudança na linha de investigação e a liberação dos suspeitos levantaram questionamentos sobre a atuação das autoridades na condução do caso. A população cearense aguarda por mais esclarecimentos sobre o trágico episódio e os desdobramentos judiciais que ainda estão por vir. O caso serve de alerta sobre a importância de aguardar a conclusão das investigações antes de tecer julgamentos definitivos, visando garantir a justiça e a correta aplicação da lei.
O laudo pericial apontou que a criança faleceu por asfixia, decorrente do fato de um dos homens ter dormido sobre ela. Em um primeiro momento, a polícia tratou o caso como um estupro seguido de morte, o que resultou nas prisões em flagrante dos suspeitos. No entanto, posteriormente, o laudo da Perícia Forense do Ceará descartou a ocorrência de violência sexual, alterando a linha de investigação para homicídio culposo.
A advogada Gleicy Kelly Leitão, responsável pela defesa de Francisco Ray, comemorou a soltura dos clientes e ressaltou a importância de não fazer julgamentos precipitados. Ela ainda criticou a condução inicial da acusação, que resultou na prisão dos suspeitos sem fundamentos conclusivos. Outro ponto de destaque foi o indiciamento da mãe da criança, Ysabelle Rodrigues, por homicídio culposo comissivo por omissão, um fato que gerou polêmica e contestações por parte da defesa da acusada.
A mudança na linha de investigação e a liberação dos suspeitos levantaram questionamentos sobre a atuação das autoridades na condução do caso. A população cearense aguarda por mais esclarecimentos sobre o trágico episódio e os desdobramentos judiciais que ainda estão por vir. O caso serve de alerta sobre a importância de aguardar a conclusão das investigações antes de tecer julgamentos definitivos, visando garantir a justiça e a correta aplicação da lei.
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