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Ministério aponta 40 mil amostras de DNA de desconhecidos fora dos bancos de identificação
24/08/2026 14:13
Por Redação AM Comunicação
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Levantamento do Ministério da Justiça revelou uma preocupante estatística: cerca de 40 mil amostras de corpos com identidade desconhecida estão dispersas pelos Institutos Médico Legais (IML) de todo o país, fora dos bancos de DNA. Essas estruturas são fundamentais para a localização de parentes e a identificação das pessoas falecidas, por meio da comparação genética.
Segundo a técnica da Coordenação de Políticas sobre Pessoas Desaparecidas, Simone de Jesus, os dados foram levantados e estão passando por análise e confirmação. Em seguida, será estabelecido um cronograma em conjunto com os estados para que essas amostras sejam processadas e incluídas nos bancos de DNA, a fim de auxiliar nas investigações de pessoas desaparecidas.
A divulgação dessas informações ocorreu durante o anúncio da 4ª edição de uma mobilização nacional para estimular familiares de desaparecidos a contribuírem com material genético para os bancos de DNA. A campanha tem como objetivo aumentar o número de amostras coletadas e, assim, elevar a possibilidade de identificação dos corpos sem nome.
De acordo com Simone de Jesus, anualmente são registrados cerca de 80 mil boletins de desaparecimento no Brasil. Atualmente, os bancos do país contam com 14.139 amostras de corpos não identificados e material genético de 10.574 pessoas em busca de seus entes queridos desaparecidos. A comparação de DNA já resultou na identificação de 815 pessoas no país, sendo 112 após coletas realizadas durante as mobilizações de 2024 e 2025.
Segundo a técnica da Coordenação de Políticas sobre Pessoas Desaparecidas, Simone de Jesus, os dados foram levantados e estão passando por análise e confirmação. Em seguida, será estabelecido um cronograma em conjunto com os estados para que essas amostras sejam processadas e incluídas nos bancos de DNA, a fim de auxiliar nas investigações de pessoas desaparecidas.
A divulgação dessas informações ocorreu durante o anúncio da 4ª edição de uma mobilização nacional para estimular familiares de desaparecidos a contribuírem com material genético para os bancos de DNA. A campanha tem como objetivo aumentar o número de amostras coletadas e, assim, elevar a possibilidade de identificação dos corpos sem nome.
De acordo com Simone de Jesus, anualmente são registrados cerca de 80 mil boletins de desaparecimento no Brasil. Atualmente, os bancos do país contam com 14.139 amostras de corpos não identificados e material genético de 10.574 pessoas em busca de seus entes queridos desaparecidos. A comparação de DNA já resultou na identificação de 815 pessoas no país, sendo 112 após coletas realizadas durante as mobilizações de 2024 e 2025.
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