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Veja o que é #FATO e o que é #FAKE na entrevista de Renan Santos à Globo
26/08/2026 23:35
Por Redação AM Comunicação
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Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo Missão, foi entrevistado pela rede Globo nesta quarta-feira (26). A entrevista conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, faz parte de uma série realizada com os principais presidenciáveis do país. Essa série inovadora, exibida após o "Jornal Nacional", tem chamado atenção pela forma como expõe os posicionamentos e propostas dos candidatos aos eleitores.
Em meio às declarações feitas por Renan Santos durante a entrevista, a equipe do Fato ou Fake fez uma minuciosa checagem dos dados apresentados pelo candidato. Uma das afirmações verificadas foi a de que os Estados Unidos não dispõem de terras raras em seu território, o que foi classificado como #FAKE. De acordo com fontes oficiais do governo americano e da Agência Internacional de Energia, os Estados Unidos têm reservas e realizam extração e processamento desses elementos essenciais para diversas indústrias.
Por outro lado, quando o candidato afirmou que o Brasil possui as segundas maiores reservas globais de terras raras, essa informação foi confirmada como #FATO. Segundo dados compilados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos, o Brasil detém uma reserva significativa desses elementos, sendo o segundo país com maiores números no mundo. Essa informação é relevante tanto do ponto de vista econômico, pela importância desses elementos na indústria, quanto estratégico, visto que as terras raras são fundamentais para diversos setores de alta tecnologia e defesa.
Em relação ao controle global do processamento de terras raras, Renan mencionou o domínio da China nesse setor. No entanto, a verificação dos dados da Agência Internacional de Energia demonstra que o país asiático é sim o líder no refino desses elementos, mas não detém um controle absoluto sobre a atividade. Mesmo que a China seja responsável por uma parte significativa do processamento, estimasse que essa participação venha a diminuir nos próximos anos, indicando uma maior diversificação nesse mercado estratégico. A entrevista de Renan Santos na Globo trouxe à tona questões-chave para o debate eleitoral e reforçou a importância da checagem de informações em um contexto de intensa disputa política.
Em meio às declarações feitas por Renan Santos durante a entrevista, a equipe do Fato ou Fake fez uma minuciosa checagem dos dados apresentados pelo candidato. Uma das afirmações verificadas foi a de que os Estados Unidos não dispõem de terras raras em seu território, o que foi classificado como #FAKE. De acordo com fontes oficiais do governo americano e da Agência Internacional de Energia, os Estados Unidos têm reservas e realizam extração e processamento desses elementos essenciais para diversas indústrias.
Por outro lado, quando o candidato afirmou que o Brasil possui as segundas maiores reservas globais de terras raras, essa informação foi confirmada como #FATO. Segundo dados compilados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos, o Brasil detém uma reserva significativa desses elementos, sendo o segundo país com maiores números no mundo. Essa informação é relevante tanto do ponto de vista econômico, pela importância desses elementos na indústria, quanto estratégico, visto que as terras raras são fundamentais para diversos setores de alta tecnologia e defesa.
Em relação ao controle global do processamento de terras raras, Renan mencionou o domínio da China nesse setor. No entanto, a verificação dos dados da Agência Internacional de Energia demonstra que o país asiático é sim o líder no refino desses elementos, mas não detém um controle absoluto sobre a atividade. Mesmo que a China seja responsável por uma parte significativa do processamento, estimasse que essa participação venha a diminuir nos próximos anos, indicando uma maior diversificação nesse mercado estratégico. A entrevista de Renan Santos na Globo trouxe à tona questões-chave para o debate eleitoral e reforçou a importância da checagem de informações em um contexto de intensa disputa política.
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