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Bolsonaro depôs por 5 minutos e repetiu que queria 'consertar' arma apreendida em blitz, diz defesa
23/06/2026 16:42
Por Redação AM Comunicação
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Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, foi ouvido pela Polícia Civil do Distrito Federal na tarde desta terça-feira (23) em relação à apreensão de uma arma registada em seu nome durante uma blitz na semana passada. A investigação está em andamento e o delegado responsável, Thiago Boeing, da 17ª Delegacia de Polícia, chegou ao condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por volta das 14h30, saindo 40 minutos depois, às 15h10. Segundo a defesa do ex-presidente, Bolsonaro falou por aproximadamente 5 minutos e reiterou a versão que já havia sido apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), na qual solicitou ajuda a um militar para identificar uma possível falha na pistola Glock 9mm, sem pedir explicitamente que a arma fosse retirada do local.
A arma em questão estava no veículo de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atua na segurança do ex-presidente e foi apreendida por não estar acompanhada do certificado de registro, sendo este o principal motivo da investigação em curso. Dentre as possibilidades levantadas pelos investigadores no inquérito, encontra-se uma infração administrativa por falta de documentação adequada durante o transporte da arma e uma violação do Estatuto do Desarmamento, que estabelece penas rigorosas para o porte inadequado de armas de fogo. Apesar de a arma estar devidamente registrada, a ausência do Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) foi determinante para sua apreensão.
De acordo com a defesa de Bolsonaro, a equipe responsável pela segurança do ex-presidente desativou a arma por motivos de segurança, devido aos efeitos das medicações psiquiátricas ministradas a ele, que afetavam sua cognição. Em comunicado enviado ao STF, a defesa argumentou que Bolsonaro não estava ciente da decisão da equipe de desativar a pistola, mas apenas solicitou auxílio para identificar e corrigir uma possível falha no mecanismo. A prisão domiciliar de Bolsonaro, atualmente em vigor, foi concedida em caráter humanitário para permitir sua recuperação de uma broncopneumonia, e a situação envolvendo a arma apreendida é mais um capítulo a ser resolvido.
A arma em questão estava no veículo de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atua na segurança do ex-presidente e foi apreendida por não estar acompanhada do certificado de registro, sendo este o principal motivo da investigação em curso. Dentre as possibilidades levantadas pelos investigadores no inquérito, encontra-se uma infração administrativa por falta de documentação adequada durante o transporte da arma e uma violação do Estatuto do Desarmamento, que estabelece penas rigorosas para o porte inadequado de armas de fogo. Apesar de a arma estar devidamente registrada, a ausência do Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) foi determinante para sua apreensão.
De acordo com a defesa de Bolsonaro, a equipe responsável pela segurança do ex-presidente desativou a arma por motivos de segurança, devido aos efeitos das medicações psiquiátricas ministradas a ele, que afetavam sua cognição. Em comunicado enviado ao STF, a defesa argumentou que Bolsonaro não estava ciente da decisão da equipe de desativar a pistola, mas apenas solicitou auxílio para identificar e corrigir uma possível falha no mecanismo. A prisão domiciliar de Bolsonaro, atualmente em vigor, foi concedida em caráter humanitário para permitir sua recuperação de uma broncopneumonia, e a situação envolvendo a arma apreendida é mais um capítulo a ser resolvido.
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