Política
Oposição se ausenta em discussão, mas participa na votação da PEC do fim da escala 6x1
15/10/2026 07:19
Por Redação AM Comunicação
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Senadores de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestaram pela primeira vez apenas na última das cinco sessões de discussão da PEC que acaba com a escala 6x1. A proposta, que garante dois dias de folga por semana sem redução salarial, foi aprovada pelo Senado com 75 votos favoráveis contra 1. Apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi contrário. Contudo, a presença dos oposicionistas, que defendiam uma discussão mais aprofundada, em apenas uma das cinco sessões gerou questionamentos e críticas.
Desde a chegada da proposta ao Senado, em maio, a oposição pedia debates mais detalhados sobre a reforma. No entanto, os senadores oposicionistas não participaram das quatro primeiras sessões destinadas ao debate do texto. A PEC, que agora aguarda a promulgação do Congresso Nacional para entrar em vigor, teve um período de transição de 14 meses contestado e alvo de críticas por parte da oposição.
Partidos como PL, PP, Republicanos, Novo e Avante se posicionaram contra o fim da escala 6x1, defendendo uma PEC alternativa que prevê pagamento por hora trabalhada, o que poderia afetar direitos como 13º salário e férias remuneradas. Mesmo com a aprovação da proposta no Senado, lideranças políticas já sinalizaram movimentações para tentar alterar as regras caso a PEC das horas trabalhadas não prospere.
Apesar das críticas e questionamentos, a votação da PEC do fim da escala 6x1 representa uma mudança significativa nas jornadas de trabalho no Brasil. A nova regra, que promete duas folgas semanais sem prejuízo salarial, desencadeou debates intensos no Congresso, com reflexos nas discussões eleitorais. Os próximos passos da reforma e possíveis ajustes no texto devem ser acompanhados de perto pela sociedade e pelos setores interessados.
Desde a chegada da proposta ao Senado, em maio, a oposição pedia debates mais detalhados sobre a reforma. No entanto, os senadores oposicionistas não participaram das quatro primeiras sessões destinadas ao debate do texto. A PEC, que agora aguarda a promulgação do Congresso Nacional para entrar em vigor, teve um período de transição de 14 meses contestado e alvo de críticas por parte da oposição.
Partidos como PL, PP, Republicanos, Novo e Avante se posicionaram contra o fim da escala 6x1, defendendo uma PEC alternativa que prevê pagamento por hora trabalhada, o que poderia afetar direitos como 13º salário e férias remuneradas. Mesmo com a aprovação da proposta no Senado, lideranças políticas já sinalizaram movimentações para tentar alterar as regras caso a PEC das horas trabalhadas não prospere.
Apesar das críticas e questionamentos, a votação da PEC do fim da escala 6x1 representa uma mudança significativa nas jornadas de trabalho no Brasil. A nova regra, que promete duas folgas semanais sem prejuízo salarial, desencadeou debates intensos no Congresso, com reflexos nas discussões eleitorais. Os próximos passos da reforma e possíveis ajustes no texto devem ser acompanhados de perto pela sociedade e pelos setores interessados.
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